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Title: Além do que se vê: notas sobre a Associação de Parentes, Amigos e Usuários da Saúde Mental de Macaé
Authors: Vaqueiro, Camila Maria Tavares
metadata.dc.contributor.advisor: Cruz, Suenya Santos da
metadata.dc.contributor.members: Marro, Kátia
Kapp, Paula
Issue Date: 2010
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: O presente trabalho tem como objetivo destacar a atuação da Associação de Parentes, Amigos e Usuários da Saúde Mental de Macaé (ASPAS), enquanto um movimento social que reivindica demandas à Política Nacional de Saúde Mental, num contexto que impõe uma série de contradições para os movimentos sociais no âmbito da hegemonia da globalização financeira. No sentido de atualizar o debate foi realizado um breve recorte histórico das formas de tratamento direcionadas a loucura deste a antiguidade a fim de subsidiar o entendimento da abordagem atual pela política pública de saúde. As lutas sociais também foram destacadas, pois a história da saúde mental é permeada por embates políticos. Muitas mudanças e conquistas nesse campo foram garantidas, através dos movimentos sociais e da mobilização social. Os diversos movimentos da Reforma Psiquiátrica que surgiram no contexto internacional, após a Segunda Guerra Mundial, questionaram o modelo asilar utilizado até então pela apropriação da medicina sobre a loucura e passaram a lutar por mudanças nas formas de tratamento direcionadas aos pacientes psiquiátricos. O movimento de Reforma Psiquiátrica Brasileira sofreu influência do contexto internacional e a partir da década de oitenta e da redemocratização do país se beneficiou da efervescência dos movimentos sociais. O Movimento dos trabalhadores em Saúde Mental (MTSM) e posteriormente o movimento das associações de usuários e familiares tiveram fundamental importância nessa história. Para realizar o movimento de aproximação da ASPAS no município de Macaé com as dificuldades atuais dos movimentos sociais foi necessário destacar o contexto atual de globalização financeira e adoção dos governos às orientações neoliberais para as políticas públicas sociais. Assim foi possível situar o papel da luta popular de caráter democrático em prol da incorporação das suas demandas pelo governo. A partir da análise da particularidade do município de Macaé e da associação foi possível problematizar a contribuição desse movimento para a história de luta da saúde mental e para o avanço da Política Nacional de Saúde Mental, contribuindo também para o avanço de relações democráticas no âmbito social mais amplo
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/4750
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