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Title: Artroplastia total de joelho após osteotomia tibial alta: comparação entre osteotomia em cunha de abertura medial com osteotomia em cunha de fechamento lateral
Authors: Bastos Filho, Ricardo Pinheiro dos Santos
metadata.dc.contributor.advisor: Granjeiro, José Mauro
metadata.dc.contributor.advisorco: Neyret, Philippe
metadata.dc.contributor.members: Fonseca, Clóvis Orlando da
Borojevic, Radovan
Franco, José Sergio
Cardoso, Gilberto Perez
Gameiro, Vinícius Schott
Issue Date: 2013
Abstract: Osteotomia tibial alta (OTA) é um recurso frequentemente utilizado para o tratamento da artrose de joelho em pacientes jovens com o objetivo de retardar a necessidade de uma artroplastia total de joelho (ATJ). O objetivo do estudo foi de avaliar a influência da técnica de OTA (adição ou subtração) no resultado final da ATJ e comparar a sobrevida das cirurgias de osteotomias com a idade dos pacientes no momento do procedimento Nossa hipótese é que o alinhamento do membro, seguimento clínico dos pacientes e taxa de complicações sejam iguais em pacientes submetidos a ATJ após OTA de adição e subtração além de que as osteotomias de subtração apresentem uma maior duração até a ne-cessidade de realização da ATJ. Supomos também que a idade dos pacientes na época das osteotomias tenha uma relação linear positiva com a sobrevida desta cirurgia. Cento e quarenta e uma ATJs com antecedente de cirurgia de OTA (24 osteotomias de adição e 117 de subtração) foram selecionadas. Fatores intra-operatórios, resultados clínicos e alinhamento do membro foram analisados. A duração (sobrevida) das 2 diferentes técnicas de osteotomia até a realização da ATJ, assim como o impacto da idade dos pacientes na duração das duas técnicas desta cirurgia, também foram observados. Não foram observadas diferenças significativas nos escores IKS quando comparadas as duas técnicas cirúrgicas. Foi observada uma tendência a maior necessidade de uma osteo-tomia da tuberosidade anterior da tíbia (TAT) no grupo das osteotomias de subtração. Foi encontrada uma maior necessidade de liberação de partes moles (release) medial mais extensa no grupo das osteotomias de adição e uma liberação de partes moles lateral mais importante no grupo das osteotomias de subtração. Não foram encontradas diferenças no tempo de is-quemia, taxas de complicação ou no eixo mecânico final do membro inferior entre os dois grupos. O alinhamento radiográfico, resultados funcionais, objetivos e taxas de complicações são iguais em pacientes que se submetem a uma ATJ após a realização de uma OTA de adição e de subtração. A cirurgia de osteotomia tibial alta de subtração parece apresentar uma longe-vidade (sobrevida) maior até a necessidade da realização de uma artroplastia total de joelho quando comparada a uma osteotomia tibial de adição. Existe uma relação positiva e significa-tiva entre a idade do paciente na época da realização da osteotomia e a duração dessa cirurgia até a necessidade de uma artroplastia
metadata.dc.description.abstractother: High tibial osteotomy (HTO) is frequently used to treat varus osteoarthritis in younger patients with the goal of delaying the need for total knee arthroplasty (TKA). While it has been reported that the results of TKA following HTO are worse than those in patients without prior knee surgery, the influence of osteotomy technique (medial opening-wedge versus lat-eral closing-wedge) has not been explored. The purpose of this study was to evaluate the in-fluence of HTO technique on the performance and results of TKA. Our hypothesis is that the limb alignment, clinical follow-up and rate of complications are equal in patients undergoing TKA after closing-wedge and opening-wedge osteotomies and that the closing-wedge osteotomies have a higher survival rate when compared to open-ing- wedge osteotomies. We also suppose that younger patients at the time of the osteotomies have a longer delay until the need of performing a TKA. A hundred and one TKA’s performed in 118 patients with prior HTO (24 opening wedge and 117 closing wedge) were reviewed at a mean follow-up of 2 years. Reviewed data included intra-operative factors (tourniquet time, the need for additional exposure, and intra-operative complications), clinical results (International Knee Score (IKS)), and radiographic assessment of limb alignment. There was no significant difference in IKS scores based on osteotomy technique. There was a trend toward an increased need for tibial tubercle osteotomy in the closing-wedge group. There was an increased need for extensive medial release in the opening-wedge group and extensive lateral release in the closing-wedge group. No differences in tourniquet time, complication rates, or hip-knee-ankle angle were noted between the two groups. Radiographic limb alignment, patient-reported outcomes, and complication rates are equal in patients undergoing TKA after opening and closing wedge HTO. Closing-wedge high tibial osteotomy has a longer survival until the necessity of a total knee arthroplasty when compared to an opening-wedge high tibial osteotomy. There is a posi-tive and significant relationship between the patient's age at the time of the osteotomy and the survival of this surgery
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/4778
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