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Title: Amplitude de pulso ocular em pacientes portadores de glaucoma primário de ângulo aberto assimétrico
Authors: Kac, Marcelo Jarczun
metadata.dc.contributor.advisor: Ventura, Marcelo Palis
metadata.dc.contributor.advisorco: Solari, Helena Parente
metadata.dc.contributor.members: Vianna, Raul Nunes Galvarro
Colombini, Giovanni Nicola Umberto Italiano
Meirelles, Sergio Henrique Sampaio
Issue Date: 2010
Abstract: Objetivo: Avaliar a amplitude de pulso ocular (APO) utilizando o tonômetro de contorno dinâmico (TCD) em pacientes com glaucoma primário de ângulo aberto (GPAA) assimétrico e pressão intra-ocular (PIO) assimétrica. Métodos: 48 pacientes (96 olhos) com GPAA assimétrico foram recrutados. Três medidas da PIO e da APO foram aferidas utilizando o TCD. Para o diagnóstico de assimetria eram necessárias uma diferença de perda de campo visual maior que 6 dB no índice “mean deviation” (MD), e uma diferença de 5 mmHg na PIO medida com o tonômetro de aplanação de Goldmann (TAG) entre o olho mais afetado e o contra-lateral. Todos os participantes se submeteram a um exame oftalmológico completo, incluindo paquimetria ultrassônica e ecobiometira. Os critérios de exclusão consistiram de: doenças ou cicatrizes corneanas, uso de medicação anti-glaucomatosa tópica ou sistêmica e cirurgia ocular prévia. Resultados: Não houve diferença com significância estatística (p = 0,142) entre o comprimento axial dos olhos do grupo melhor (22,95 +/- 0,91 mm) e pior (22,85 +/- 0,97 mm). Houve diferença estatisticamente significativa (p = 0,011) entre a espessura corneana central do grupo de olhos melhores (537,08 +/- 29,54 μm) e do grupo de olhos piores (534,40 +/- 29,87 μm). Os valores da APO do grupo de olhos melhores (3.32 +/- 1.14 mmHg) foram significativamente menores (p = 0,001) do que os obtidos no grupo de olhos piores (3,83 +/- 1,27 mmHg). Quando corrigimos as medidas de APO pela diferença de PIO entre os olhos houve uma perda da significância estatística entre os grupos (p = 0,996). Conclusão: A APO é semelhante entre os dois olhos de pacientes portadores de GPAA assimétrico com PIO assimétrica. De acordo com esses dados não há evidência de que a APO possa ter um papel no GPAA hipertensivo assimétrico
metadata.dc.description.abstractother: Aim: To evaluate ocular pulse amplitude (OPA) using the dynamic contour tonometer (DCT) in patients with asymmetric primary open-angle glaucoma (POAG) and asymmetric intra-ocular pressure (IOP). Methods: The participants consisted of 48 patients (96 eyes) with asymmetric POAG. Three measurements of IOP and OPA were taken using DCT. The diagnosis of asymmetry required a difference of glaucomatous visual field loss greater than 6 dB in the global index MD and a difference of 5 mmHg in IOP measured by Goldmann aplannation tonometry (GAT) between the more affected and the contra-lateral eye. All participants underwent full ophthalmologic clinical assessment including ultrasonic pachymetry and biometric measurements. Exclusion criteria were corneal diseases or scars, topical or systemic glaucomatous medications, and previous ocular surgery. Results: No difference (p = 0.142) was found between the axial length measurements of the better eyes group (22.95 +/- 0.91 mm) and worse eyes group (22.85 +/- 0.97 mm). There was a statistically significant difference (p = 0.011) between the central corneal thickness values of the better eyes group (537.08 +/- 29.54 μm) and worse eyes group (534.40 +/- 29.87 μm). The OPA values of the better eyes group (3.32 +/- 1.14 mmHg) were significantly lower (p = 0.001) than those obtained on worse eyes group (3.83 +/- 1.27 mmHg). When correcting the OPA readings by the IOP there was a loss of statistical difference between groups (p = 0.996). Conclusion: OPA is similar in both eyes of asymmetric hypertensive POAG patients with asymmetric IOP. According to this data there was no evidence that OPA could play a role in asymmetric hypertensive POAG
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/4780
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