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Title: O prego que salta é logo martelado: produzindo e negociando discursos sobre a homossexualidade no Japão
Authors: Santos, Julio Fernando Oliveira dos
metadata.dc.contributor.advisor: Tavares, Julio Cesar de Souza
metadata.dc.contributor.members: Jesus, Jaqueline Gomes de
Urbano, Krystal Cortez Luz
Issue Date: 2017
Abstract: Esta pesquisa tem como proposta uma análise dos discursos elaborados por indivíduos japoneses autoidentificados enquanto LGBT a respeito dos aspectos cotidianos de suas interações sociais. A motivação para este trabalho deve-se à necessidade de um exercício do olhar que confira protagonismo às narrativas de pessoas diversas habitando as margens, permitindo que se pense nas formas que a identidade homossexual é feita relevante aos sujeitos a quem ela é atribuída no Japão contemporâneo. Meu argumento é de que o uso das categorias de expressão japonesas se revela como atividade sociolinguística de apreensão da realidade por um viés fundamentalmente racial. Para sustentar tal argumento, utilizo em especial a teorização pós-moderna de Dorinne Kondo que revela as inscrições corporais e subjetivas de raça e gênero nas/pelas práticas socioculturais reproduzidas a todo instante. Finalmente, destaco em particular, nesta pesquisa, o esforço investigativo do discurso de etnicidade japonesa verificado pelos paradigmas de coletividade e uniformidade que localizam na diferença a principal ameaça à harmonia social.
metadata.dc.description.abstractother: The purpose of this research aims to analyze the discourses by Japanese people self-identified LGBT on the level of the everyday aspects of their social interactions. The motivation behind this project rises from the urgency to exercise the observer’s gaze by amplifying the multiple voices of the people on the margins, making it possible to think of ways in which the queer identity is made relevant to the individuals it is associated with in contemporary Japan. My argument is that the use of Japanese social categories comes across as a sociolinguistic activity of sensing reality through a fundamentally racial bias. To back up that, I mainly utilize Dorinne Kondo’s post-modern theory on how the forces of gender and race are inscribed bodily and subjectively in/over sociocultural practices. Finally, I highlight in this paper the investigative effort of Japanese ethnicity’s discourses verified in the paradigms of collectivity and uniformity that see in difference the major threat to social harmony.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/5140
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