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dc.contributor.authorOliveira, Luis Roberto Cardoso de-
dc.date.accessioned2017-12-18T15:39:32Z-
dc.date.available2017-12-18T15:39:32Z-
dc.date.issued2008-
dc.identifier.citationCARDOSO DE OLIVEIRA, L. R.. Existe Violência Sem Agressão Moral?. Revista Brasileira de Ciências Sociais (Impresso), v. 23, p. 135-146, 2008.pt_BR
dc.identifier.urihttps://app.uff.br/riuff/handle/1/5395-
dc.description13 páginaspt_BR
dc.description.abstractEste artigo propõe a idéia de que não seria adequado classificar como violência atos de agressão que não contivessem um componente moral. Embora este último tenha um caráter eminentemente simbó- lico, e não material, sua objetividade como expressão de violência seria muito mais palpável do que uma agressão física em sentido estrito. A agressão moral é então definida como um insulto, que teria duas características básicas: (1) trata-se de uma agressão objetiva a direitos que não pode ser adequadamente traduzida em evidências materiais; e, (2) sempre implica uma desvalorização ou negação da identidade do interlocutor. Também é abordada a dificuldade do Judiciário em lidar com este tipo de agressão em que vigora o direito positivo, gerando insatisfação entre as partes e, às vezes, chegando mesmo a contribuir para o agravamento do conflitopt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Antonio Cláudio Ribeiro Costa (rinepeac@gmail.com) on 2017-12-14T18:48:08Z No. of bitstreams: 1 10.pdf: 555830 bytes, checksum: 247a74be72cc9ed070ef7be631846dcf (MD5)en
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dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherANPOCSpt_BR
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Ciências Sociais. São Paulo: ANPOCS, ANPOCS, 2008pt_BR
dc.rightsOpen Accesspt_BR
dc.titleExiste violência sem agressão moral?pt_BR
dc.title.alternativeIs there violence without moral aggression?pt_BR
dc.title.alternativePeut-on parler de violence sans agression morale?pt_BR
dc.typeArtigo de periódicospt_BR
dc.description.versionSimpt_BR
dc.subject.keywordviolênciapt_BR
dc.subject.keywordagressão moralpt_BR
dc.subject.keywordinsultopt_BR
dc.subject.keyworddireitospt_BR
dc.subject.keywordidentidadept_BR
dc.creator.affilliationUniversidade Federal Fluminense. Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação. Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão de Administração Institucional de Conflitos. Niterói, RJpt_BR
dc.subject.descriptorViolênciapt_BR
dc.subject.keywordotherviolencept_BR
dc.subject.keywordothermoral aggressionpt_BR
dc.subject.keywordotherinsultpt_BR
dc.subject.keywordotherrightspt_BR
dc.subject.keywordotheridentitypt_BR
dc.subject.keywordotheragression moralept_BR
dc.subject.keywordotherinsultept_BR
dc.subject.keywordotherdroitspt_BR
dc.subject.keywordotheridentitépt_BR
dc.description.abstractotherThe article submits that it is not adequate to classify as violence acts of aggression that do not carry a moral component. Despite having an eminently symbolic and immaterial character, such moral component would carry a much greater objectivity as an expression of violence than a physical aggression in the strict sense of the term. Moral aggressions are then defined as an insult, which convey two basic characteristics: (1) it is an objective injury to rights, which cannot be adequately translated into material evidence; and, (2) it always implies some devaluation or negation of the identity of the interlocutor. The paper also addresses the difficulties of the judiciary in dealing with such aggressions where positive law prevails, producing discontentment among the parties and often aggravating the conflict.pt_BR
dc.description.abstractotherL’article défend l’idée qu’il ne serait pas adéquat de classifier les actes d’agression qui n’ont pas une composante morale comme étant de la violence. En dépit d’un caractère éminemment symbolique et non matériel, leur objectivité comme une expression de la violence serait beaucoup plus palpable que celle d’une agression physique au sens strict. L’agression morale est alors définie comme une insulte, qui aurait deux caractéristiques fondamentales : (1) il s’agit d’une agression objective, qui ne peut être adéquatement traduite en évidences matérielles; et, (2) elle implique toujours en une dé- valorisation ou une négation de l’identité de l’interlocuteur. L’article aborde également les difficultés du pouvoir judiciaire à traiter ce genre d’agression dans laquelle le droit positif prévaut, ce qui produit une grande insatisfaction et qui, parfois, contribue à aggraver le conflit.pt_BR
dc.identifier.vinculationProfessorpt_BR
dc.publisher.departmentNiteróipt_BR
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