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Title: Cinema moralizador: como os produtos audiovisuais influenciam os julgamentos morais dos espectadores
Authors: Ursulino, José Lucas Oioli
metadata.dc.contributor.advisor: Silva, Antonio Carlos Amancio
metadata.dc.contributor.members: Barroso, Elianne Ivo
Serra, Antonio
Issue Date: 3-Jan-2018
Abstract: Desde as mais antigas discussões filosóficas a respeito das artes, o problema relacionado ao impacto das obras sobre a ordem moral da sociedade sempre se revelou um de seus temas mais polêmicos. Inúmeros pensadores, por exemplo, já postularam que as produções artísticas possuem uma habilidade especial na manipulação de nossos julgamentos do que é “certo” e do que é “errado” em nosso mundo. Tais reflexões, longe de terem ficado restritas ao espaço abstrato dos intelectuais, trancados em bibliotecas e mergulhados em divagações genéricas, muitas vezes invadiram o mundo cotidiano, onde vivem as pessoas comuns – seja na compreensão dos espectadores de que determinados conteúdos são imorais e deveriam ser evitados; seja na decisão que políticos dos mais diversos países tomam ao optarem pela censura de um trabalho específico. Eis que, com o florescimento de correntes distintas dentro da filosofia e com o avanço tecnológico adquirido ao longo dos últimos séculos, algumas das noções oferecidas sobre o assunto se tornaram menos plausíveis enquanto outras passaram a receber um maior destaque por parte dos estudiosos. Esta monografia é uma tentativa de expor uma possível linha de raciocínio, alinhada a uma teoria conhecida vagamente como “cognitivista”, que possa se mostrar útil diante do enigma deixado pelo suposto problema ideológico provocado pelas artes – neste caso, o cinema e os demais conteúdos audiovisuais – na sociedade.
metadata.dc.description.abstractother: Ever since the oldest philosophic discussions about the arts, the problem related to the impact of the works on the moral order of society always appeared as one of its most polemic themes. Countless thinkers, for instance, have already postulated that the artistic productions possess some special ability on manipulating our judgments about what is "right" and what is "wrong". Such reflections, far from having been restricted to the abstract space of intellectuals, locked in libraries and dipped in generic ramblings, have often invaded the everyday world, where the common people live - whether it's on the spectators' comprehension that particular contents are immoral and should be avoided; or on the decision that many politicians from different countries take to opt for censorship a specific artwork. Behold, with the flourishing of distinct schools within the philosophy and the technological progress obtained over the past centuries, some notions provided about the subject have become less plausible while others have received greater prominence by the scholars. This monograph is an attempt to expose a possible train of thought, aligned with a theory loosely known as “cognitivist”, that may reveal itself to be useful in face of the puzzle left by the alleged ideological problem provoked by the arts – in this case, the cinema and other audiovisual content – in society.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/5414
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