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Title: Notificação dos casos de morte encefálica: fatores limitantes e estratégias para minimizar a subnotificação
Authors: Windisch, Vivian Regina
metadata.dc.contributor.advisor: Rembold, Simone Martins
metadata.dc.contributor.members: Rembold, Simone Martins
Virgínio, Bárbara Cristina de Aguiar Ernesto
Silva, Rose Mary Costa Rosa Andrade
Issue Date: 2013
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Citation: Windisch, Vivian Regina. Notificação dos casos de morte encefálica: fatores limitantes e estratégias para minimizar a subnotificação. 2013. 66 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa, Universidade Federal Fluminense, 2013.
Abstract: A notificação compulsória de morte encefálica (ME) às centrais de transplantes, apesar de obrigatória, muitas vezes não é observada pelos profissionais de saúde que acabam por impedir que o processo de doação humanitária de órgãos se estabeleça. A pesquisa foi norteada com o objetivo de identificar as principais causas de subnotificação dos casos de ME e apontar estratégias que podem ser adotadas para reduzi-la nas unidades de saúde, evidenciando o papel essencial dos profissionais de saúde no processo de doação de órgãos. Quanto à metodologia, trata-se de um estudo descritivo, de natureza qualitativa, com pesquisa de campo realizada junto aos profissionais da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF). A coleta de dados procedeu-se por meio de uma entrevista semiestruturada com quatro médicos e seis enfermeiros. Foi feita uma análise de conteúdo dos dados, que foram agrupados em categorias que emergiram do estudo: fatores limitantes no processo de diagnóstico e/ou notificação de morte encefálica, manutenção do potencial doador e ações para a otimização da notificação. Constatou-se que diversos fatores foram apresentados como barreiras à notificação dos casos suspeitos de ME, sendo os principais: o desconhecimento real da legislação sobre transplantes, especialmente no que concerne à responsabilidade do profissional enfermeiro em notificar; dificuldades estruturais relacionadas ao apoio tecnológico para o diagnóstico; barreiras na abordagem aos familiares sobre o diagnóstico de morte encefálica; aspectos operacionais da Comissão Intra Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes e dificuldades na manutenção de potenciais doadores. Visando minimizá-los, o estudo sugere a definição do protocolo assistencial de doações de órgãos e a implementação de um programa de educação permanente, capacitando os profissionais dos setores envolvidos, além de ênfase maior ao tema nos cursos de formação de profissionais da saúde.
metadata.dc.description.abstractother: The compulsory notification of brain death (BD) to central transplant, although required, is often not observed by health professionals who interfere in process of donating humanitarian agencies. The research was guided in order to identify the main causes of underreporting of cases of BD and point strategies that can be adopted to reduce it in health units, demonstrating the essential role of health professionals in the process of organ donation. In relation to the methodology, it is a descriptive, qualitative, with field research conducted with professionals from the Intensive Care Unit (ICU) of the University Hospital Clementino Fraga Filho (HUCFF). Data collection proceeded through a semi-structured interview with four doctors and six nurses. It was conducted a content analysis of the data, which were grouped into categories that emerged from the study: limiting factors in the process of diagnosis and/or notification of brain death, maintaining the potential donor and actions to optimize the notification. It was found that several factors were presented as difficulties to reporting suspected cases of BD, and the main reasons were: the ignorance of the legislation of transplants, especially in to refer the responsibility of the professional nurse to notify the authorities; structural problems related to technological support for the diagnosis; difficulties to deal with family members about the diagnosis of brain death; operational aspects of the Commission Intra Hospital Donation of Organs and Tissues for Transplantation and difficulties in maintaining potential donors. To minimize them, the study suggests the development of the protocol for organ donation and the implementation of a program of continuing education, capacitating professionals of departments involved, besides greater emphasis in the training courses for health professionals.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/6364
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