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Title: Suicídio: um olhar para os sobreviventes
Authors: Barbosa Junior, Edson Dias
metadata.dc.contributor.advisor: Alves, Priscila Pires
metadata.dc.contributor.members: Silva, Edneusa Lima
Pereira Júnior, Aydamari João Faria
Issue Date: 2017
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: O objetivo deste trabalho foi abordar a questão de como lidar com os sobreviventes de um suicídio sobre a ótica de uma abordagem humanista. So-breviventes aqui, num entendimento daquelas pessoas que ficam e precisam lidar com a dor da perda. Estes são os sobreviventes, pais, filhos, cônjuges, avós, tios, primos, amigos, vizinhos etc. O luto é um processo natural diante de perdas significativas, porém o luto como consequência do suicídio tem peculia-ridades intensas e que tende a durar por mais tempo, além da sensação de culpa e buscas de porquês, e que precisam ser trabalhados. Eis o desafio do psicoterapeuta. O atendimento disponível para os sobreviventes do suicídio é denominado de pósvenção e que também é uma maneira de prevenção para os que ficam. No mundo, a cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio, e a cada três segundos uma pessoa atenta contra a própria vida. Em 2012, por suicídio, cerca de 804 mil pessoas morreram em todo o mundo. O Brasil é o oitavo país em número absoluto. Foram registradas 11.821 mortes, cerca de 30 por dia no ano de 2012. Os números publicados pela Associação Brasileira de Psiquiatria ainda chamam a atenção para um grave fator, a da grande variabili-dade regional nas taxas, além da subnotificação, já que não se fala sobre sui-cídio. Tão importante quanto falar é saber ouvir. Abrir-se à possibilidade de se acolher com empatia alguém que sofre a sua dor de forma singular é o primeiro grande passo para um atendimento terapêutico com possibilidade de bons re-sultados para o cliente enlutado por uma perda fruto do suicídio.
metadata.dc.description.abstractother: The purpose of this paper was to address the issues of how to deal with survivor of suicide on the basis of a humanistic approach. Survivors here, in an understanding of those people who stand behind and have to deal with the pain of loss. These are the pain of loss. These are the survivors: parents, children, spouses, grandparents, uncles, cousins, friends, neighbors and so on. Mourn-ing is a natural process in the face of significant losses, but grief as a conse-quence of suicide has intense peculiarities that tend to last longer, beyond the sensation of guilt and the search for whys, and that need to be worked on. This is the treatment available for survivors of suicide is called a grant and is also a way of preventing those who stay behind. In the world, every 40 seconds a per-son commits suicide, and every three seconds a person attacks his own life. In 2012, by suicide, about 804,000 people died worldwide. Brazil is the eighth country in absolute numbers. There were 11821 deaths, about 30 per day in 2012. The figures published by the Brazilian Association of Psychiatry still call attention to a huge factor, of the great regional variety in the rates, besides the underreporting, since there is no talk about suicide. As important as to talk is to know how to listen. To open oneself to the possibility of accepting with empathy someone who suffers his pain in a singular way is the first great step for a ther-apeutic care with possibility of good results for the client mourning for a loss due to suicide.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/6463
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