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Title: Os discursos acerca das drogas e os idiomas experienciais de consumidores na cidade do Rio de Janeiro: apontamentos sobre a continuidade e descontinuidade no consumo de drogas
Other Titles: The discourses about the drugs and the experiential languages of the consumers in the city of Rio de Janeiro: notes on continuity and discontinuity in drugs use
Authors: Mendonça Filho, Frederico Policarpo de
Issue Date: 2010
Publisher: Universidad de Buenos Aires
Citation: POLICARPO, Frederico. Os discursos acerca das drogas e os idiomas experienciais de consumidores de drogas na cidade do Rio de Janeiro: apontamentos sobre a continuidade e descontinuidade no consumo de drogas. Cuadernos de Antropología Social, v. 31, p. 145-168, 2010.
metadata.dc.relation.ispartof: Cuadernos de Antropología Social. Buenos Aires, Universidad de Buenos Aires, 2010
Abstract: É muito comum, ao se falar do uso de drogas, a referência à Psicologia ou ao Direito para dar conta dos aspectos que cercam o consumo e o comércio de drogas. Surgem daí categorias como “dependente químico”, “usuário” e “trafi cante” que muitas vezes são utilizadas de forma naturalizada, sem qualquer referência tanto ao contexto em que foram elaboradas como ao contexto da ação que pretendem explicar. Dessa forma, elas surgem como se fossem categorias analíticas absolutas, existindo a priori de qualquer relação social. Neste trabalho, exponho dados de alguns contextos relacionais de consumidores de drogas aos que tive acesso, na tentativa de apresentar os idiomas experienciais mobilizados por eles para participarem do mercado de drogas. A partir dessa descrição, mostrarei situações em que alguns deles colocam em questão o próprio consumo, criando-se a possibilidade de reconfi guração da participação no mercado de drogas, infl uenciando a continuação, ou não, do consumo de drogas.
metadata.dc.description.abstractother: It is very common to talk about drug use with the reference to Psychology or Law to tackle the issues surrounding the consumption and trade of drugs. For that reason, categories such as “addict”; ”user”; and “dealer”; are often used in a naturalized way, without any reference both to the context in which they were drawn as to the context of action that account. Thus, they appear as if they were absolute analytical categories. In this paper I present data from some relational contexts of drug users who had access, in an attempt to present the experiential language deployed by them to participate in the drug market. From this description, I´ll show situations where some consumers put questions about their personal consumption, creating the possibility of reconfi guration their participation on the drug market infl uencing the continuation or not of drug use.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/6522
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