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Title: Triagem sorológica e fatores de risco para toxoplasmose em gestantes e puérperas atendidas na rede pública de saúde do município de Niterói-RJ
Authors: Moura, Fernanda Loureiro
metadata.dc.contributor.advisor: Bastos, Otílio Machado Pereira
metadata.dc.contributor.advisorco: Goulart, Patricia Riddell Millar
metadata.dc.contributor.members: Amendoeira, Maria Regina Reis
Figueiredo, Beatriz Brenner de
Valmir Laurentino, Silva
Issue Date: 2012
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: O Toxoplasma gondii pode ocasionar infecção fetal por meio da passagem transplacentária, quando a mãe adquire a infecção durante a gestação ou quando mulheres cronicamente infectadas têm um imunocomprometimento importante. A toxoplasmose congênita é um grave problema de saúde pública, sendo considerada uma doença "silenciosa" e de difícil diagnóstico clínico. O correto e precoce diagnóstico laboratorial, bem como a transmissão de informações sobre a doença são fundamentais nos programas de assistência pré-natais. Objetivo: Realizar um estudo soroepidemiológico com gestantes e puérperas atendidas na rede pública de saúde de Niterói-RJ, e descrever o conhecimento dessas pacientes sobre a infecção toxoplásmica. Metodologia: Foram pesquisados por meio da RIFI, ELISA e HAI anticorpos IgM e IgG anti- Toxoplasma gondii em 276 gestantes e 124 puérperas atendidas na maternidade e no ambulatório do hospital Universitário Antônio Pedro, Policlínica Comunitária Sérgio Arouca e Souza Soares). As participantes da pesquisa foram submetidas à coleta de 4 ml de sangue, responderam a um questionário e receberam informações sobre a doença. O projeto foi aprovado pelo comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina/Hospital Universitário Antônio Pedro, protocolo nº 078/2010, CAAE nº 0059.0.258.000-10. Resultados: Das 400 amostras analisadas, 234 (58,5%) apresentaram anticorpos IgG anti- T. gondii reagentes, considerando as técnicas de RIFI e/ou ELISA. Destas foi encontrada uma gestante com anticorpos IgM anti-T. gondii reagentes, com teste de avides de IgG intermediária. A médica responsável pelo pré-natal da paciente iniciou o tratamento, acompanhando-a até o final da gestação. O recém nascido não apresentou sinais ou sintomas de toxoplasmose congênita. Foi analisado o sangue do cordão umbilical, sendo a sorologia negativa para anticorpos IgM anti-T.gondii e positivo para IgG anti-T. gondii. Na análise dos fatores de risco foi verificada associação significativa (p<0,05) entre soropositividade e idade, contato com gatos e falta de conhecimento, sendo incluída a escolaridade a partir do ensino médio completo como fator protetor. Conclusão: a soropositividade na população estudada é elevada, bem como a falta de conhecimento sobre a doença, suas formas de transmissão e prevenção. Tendo em vista que, muitas mulheres em idade fértil encontram-se susceptíveis e sem informações, recomenda-se à adoção de medidas preventivas para a toxoplasmose
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/6622
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