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Title: O conceito de morte em Tomás de Aquino
Authors: Silva, Janaína Cunha
metadata.dc.contributor.advisor: Faitanin, Paulo Sérgio
metadata.dc.contributor.members: Faitanin, Paulo Sérgio
Veiga, Bernardo
Serra, Antonio Amaral
Issue Date: 2017
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: Neste trabalho primeiro apresento uma breve pesquisa sobre a morte do corpo físico, em Tomás de Aquino e como tema subsequente, a questão da existência e imortalidade da alma em algumas religiões e, especialmente, pela doutrina espírita. Na obra, Suma teológica de Tomas de Aquino, tomada como fonte primária para este trabalho, o autor propõe a conciliação entre a filosofia de Aristóteles com a doutrina cristã, ou seja, promove um encontro entre a fé e a razão. Tomás de Aquino, a partir disto, considera que a morte pode ser natural com respeito ao corpo, mas não com respeito à alma. Num primeiro momento, apresento o contexto da vida e obra de Tomás de Aquino para que se possa situar a época e a concepção filosófica e cristã na qual o autor estava inserido, com referência a algumas de suas obras. Apresento uma breve resenha das obras Suma Teológica e A imortalidade da alma, nas quais considero a definição de morte do corpo e imortalidade da alma. Num segundo momento, apresento brevemente algumas noções de morte em outras religiões, com especial enfoque na doutrina espírita. Dentre as religiões considero a morte no Judaísmo, Cristianismo, Islamismo e, também, nas doutrinas Budista e espírita. Pretendo apresentar certa aproximação e afastamento entre a doutrina tomasiana e a doutrina espírita sobre a morte do corpo e a imortalidade da alma. Tomás define a morte em relação a duas consequências: uma natural, por ser a matéria por natureza corruptível, outra sobrenatural, enquanto consequência de um mal advindo do pecado. Por outro lado, define a imortalidade da alma, porque sendo de natureza imaterial, é imortal, porque é intrinsecamente incorruptível e subsistente. E, por fim, destaco a peculiar visão de Tomas de que há um valor sobrenatural na morte, enquanto consequência de um mal natural, porque a partir dela se pode alcançar a plena imortalidade da alma e do corpo, com a conversão da vida do homem para a graça divina. Para Tomás, a morte natural é como uma via para a vida sobrenatural plena da alma unida ao corpo, mas não um corpo qualquer, mas um corpo imortal.
metadata.dc.description.abstractother: In this work I first present a brief research on the death of the physical body in Thomas Aquinas and as a subsequent theme, the question of the existence and immortality of the soul in some religions and especially by the doctrine of spiritism. I take as reference the work Theological Summa of Thomas Aquinas, where the author proposes the conciliation between the philosophy of Aristotle and Christian doctrine, that is, it promotes an encounter between faith and reason and, from this, considers that death May be natural with respect to the body, but not with respect to the soul. First, I present the context of the life and work of Thomas Aquinas in order to situate the epoch and the philosophical and Christian conception in which the author was inserted, with reference to some of his works. I present a brief review of the Summa Theological and the On immortality of the soul, in which I consider the definition of death of the body and immortality of the soul. In a second moment, I briefly present some notions of death in other religions, with a special focus on the doctrine of Spiritism. Among the religions I consider death in Judaism, Christianism, Islamism and also in Buddhist and Spiritism. I intend to present a certain approximation and separation between the Thomistic doctrine and the Spiritism on the death of the body and the immortality of the soul. Thomas defines death in relation to two consequences: a natural one, because matter is by nature corruptible, another supernatural, as a consequence of an evil coming from sin. On the other hand, he defines the immortality of the soul, because the soul is for nature an immaterial being, than she is immortal, because she is intrinsically incorruptible and subsistent. And finally, I emphasize Tomas's peculiar view that there is a supernatural value in death as a consequence of a natural evil, because from it one can attain the full immortality of soul and body with the conversion of man's life for divine grace. For Thomas, natural death is like a path to the supernatural life full of the soul united to the body, but not a body at all, but an immortal body.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/6708
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