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Title: Identidade nacional, música e hegemonia: o movimento tropicalista e a descentralização da identidade na modernidade tardia
Authors: Rocha, João Inácio Cardoso
metadata.dc.contributor.advisor: Tavares, Julio Cesar de Souza
metadata.dc.contributor.members: Fagundes, Luciana Pessanha
Silva, Edilson Márcio Almeida da
Issue Date: 2017
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: Este trabalho procura apreender, a partir da relação hegeliana do Senhor e do Escravo, como o Movimento Tropicalista em sua dinâmica antropofágica rompeu com uma mentalidade paternalista mantida pelos integrantes do Centro Popular de Cultura (CPC) atrelado a UNE (União Nacional dos Estudantes) que, a partir da formulação de uma “Arte Popular Revolucionária”, buscavam concentrar a luta pela tomada do poder do Estado, acabando por centralizar a Identidade Nacional Brasileira em um indivíduo euro-centrado. A contradição desta arte revolucionaria brasileira construída nos espaços acadêmicos calcados em doutrinas internacionais, imbricadas a este paternalismo, estabelece uma identidade formada pelo inverso ao estrangeiro, ao Estado instituído, as “minorias” sociais. Estes fatores acabam por levar estes intelectuais a suprimir expressões emanadas de outras civilizações, afrodiaspóricas e ameríndias, também instituidoras desta Identidade Nacional.
metadata.dc.description.abstractother: Esta investigación busca aprehender, desde la relación hegeliana del Señor y del Esclavo, como el Movimiento Tropicalista, en su dinámica antropofágica, rompió con una mentalidad paternalista, mantenida por los integrantes del Centro Popular de Cultura (CPC), enganchado a la Unión Nacional de los Estudiantes (UNE). A partir de la formulación del "Arte Popular Revolucionaria", el CPC buscó concentrar la lucha por la toma del poder del Estado, a partir de la formulación del "Arte Popular Revolucionaria", acabando por centrar la Identidad Nacional Brasileña en un individuo euro- centrado. La contradicción de este arte revolucionario brasileña, construida en los espacios académicos calcados en doctrinas internacionales, interconectadas a este paternalismo, estableció una identidad formada por lo inverso al estranjero, al Estado instituido y las minorías sociales. Factores que terminaran por conducir estos intelectuales a suprimir expresiones emanadas de otras civilizaciones, como las afrodias y amerindias, igualmente influyentes y participantes de la Identidad Nacional
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/6833
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