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Title: A noção de tempo na Crítica da Razão Pura
Authors: Bertoldi, Leandro
metadata.dc.contributor.advisor: Ribeiro, Fernando José Fagundes
metadata.dc.contributor.members: Serra, Antonio Amaral
Issue Date: 2017
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: Este trabalho pretende mostrar a visão de Kant sobre a noção de tempo. Utilizaremos dois livros para fundamentar esta apresentação. O primeiro chama-se Crítica da Razão Pura e o segundo, Prolegômenos. No primeiro, será mostrado o ponto inicial de Kant, a sensibilidade. Kant parte dessa, com o avanço da sua investigação, em direção ao que ele chama de a priori, que se trata na descoberta epistemológica das condições de conhecimento. Em seguida, dissertaremos sobre as proposições necessárias e o seu organon, que é a busca por um sistema da razão pura para organizar os conhecimentos adquiridos. Após, trataremos da questão dessa divisão do conhecimento em elementos e métodos. O transcendental, que veremos adiante e a sua posição ontológica do conhecimento. Pouco depois, a relação da intuição e a forma pura como meio para a construção da exposição. A partir desse, como se dá a representação, a origem dos fenômenos e a formação de conceitos. Depois de diversos tópicos, Kant volta para a questão da fonte de conhecimento para concluir o capítulo de seu livro fazendo uma relação das sensações com a questão da aparência e aparecimento. Ele faz uma relação da idealidade como parâmetro e da correspondência com a realidade. Já o segundo livro, escrito dois anos após, veremos como o tempo bem estruturado pela Crítica abre a possibilidade de explicar os fundamentos da matemática, mecânica e aritmética. Entre outros tópicos, veremos também como Kant entende a natureza deste tempo e como evitar desvios quando pesquisamos sem cautela. Essa busca bem fundamentada será mostrada quando tratarmos da questão aparecimento e aparência. Logo após, observaremos como o filósofo trata a questão das variáveis de grandeza dentro da sensibilidade e qual a relação do tempo com elas. Por fim iremos abordar a ação da razão quando busca um principio para si; a relação dos fenômenos com o tempo; do tempo como parâmetro e importância para discernir a verdade. Em outras palavras, esse trabalho tem a intenção de mostrar a gama de possibilidades que o tempo abre após um estudo severo por parte de Kant e como ele abriu também uma saída perante as inúmeras dificuldades que boa parte das pessoas teve ao se aventurar neste tema, a filosofia do tempo.
metadata.dc.description.abstractother: This paper intends to show Kant's view of the notion of time. We will use two books to support this presentation. The first is called Critique of Pure Reason and the second, Prolegomena. In the first, the starting point of Kant, the sensitivity, will be shown. Kant departs from this, with the advance of his investigation, toward what he calls a priori, which is treated in the epistemological discovery of the conditions of knowledge. Then we will discuss the necessary propositions and their organon, which is the search for a system of pure reason to organize the acquired knowledge. Afterwards, we will deal with the question of this division of knowledge into elements and methods. The transcendental, which we will see ahead and its ontological position of knowledge. Shortly after, the relation of intuition and pure form as a means for the construction of the exhibition. From this, as the representation occurs, the origin of the phenomena and the formation of concepts. After several topics, Kant returns to the question of the source of knowledge to complete the chapter of his book making a relation of the sensations with the question of appearance and appearance. It makes a relation of ideality as a parameter and of correspondence with reality. The second book, written two years later, will see how time well-structured by Critics opens the possibility of explaining the fundamentals of mathematics, mechanics and arithmetic. Among other topics, we will also see how Kant understands the nature of this time and how to avoid deviations when we search without caution. This well-grounded search will be shown when we treat the issue appearance and appearance. Soon after, we will observe how the philosopher treats the question of the variables of greatness within the sensibility and what the relation of time with them. Finally we will approach the action of reason when it seeks a principle for itself; the relation of phenomena with time; of time as a parameter and importance to discern the truth. In other words, this work intends to show the range of possibilities that time opens after a severe study by Kant and how it also opened an exit before the innumerable difficulties that a great part of the people had when venturing in this subject, the philosophy of time.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/6835
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