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Title: O conceito de felicidade em Agostinho de Hipona no diálogo De Beata Vita ‐ A Vida Feliz
Authors: Cunha, Mariangela Mello
metadata.dc.contributor.advisor: Faitanin, Paulo Sérgio
metadata.dc.contributor.members: Veiga, Bernardo
Gurgel, Diogo de França
Issue Date: 2017
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: O tema sobre felicidade tem sido um dos alvos da inquietude dos homens ao longo dos séculos. Venho aqui, analisar o conceito de felicidade inspirada na obra De beata vita,- A Vida Feliz de Agostinho de Hipona. Esse colóquio é uma das primeiras obras de Agostinho após sua conversão, sua inspiração para a escrita neste formato veiodos antigos diálogos gregos, dos quais foi um grande estudioso. As questões levantadas por ele no decorrer do colóquiovão desaguarnas seguintes questões: O que é a felicidade? Do que o homem precisa para ser feliz? O que se deve fazer para alcançar a felicidade? O que se desfruta quando esta é alcançada? O alimento da alma segundo Agostinho é a ciência, e quem não a possui está como quejejuando e com fome. Para ele o homem impreterivelmente necessita do conhecimento das coisas, sem isto ele não é feliz, ele necessita a todo o momento alimentar-se de conhecimento, para assim, poder alcançar a felicidade, visto que para o autor, descobrir a verdade é descobrir a plenitude, ou seja, a felicidade. Ora, aquele ao qual se vê descobridor da verdade está buscando a própria sabedoria. E aquela pessoa que aprocura com afinco, acaba encontrando oque é verdadeiro. A verdade final para Agostinhosópode ser alcançada por aquele que se apresenta como sendo Ele a própria Verdade. Este é Jesus Cristo. Desta forma, a felicidade não poderia se dar sem o conhecimento verdadeiro daquele que é a verdadeira plenitude. Aquele que é o Sumo Bem e que nos revela totalmente e impreterivelmente a Verdade. E visto que só conseguimos atingir essa verdade através do amor, este amor irá conduzir à verdadeira e insuperável felicidade.
metadata.dc.description.abstractother: The theme of happiness has been one of the targets of men's restlessness over the centuries. I come here to analyze the concept of happiness inspired by the work de DeBeata vita, the happy life of Augustine of Hippo. This colloquy is one of the first works of Augustine after his conversion, his inspiration for writing in this format came from the ancient greek dialogues, to which he was a great scholar. The questions raised by him during the colloquium will clarify the following questions: what is happiness? What man needs to be happy? What should be done to achieve happiness? What do you enjoy when it is achieved? The food of the soul according to Augustine is the science, and he who does not possess it is as if fasting and hungry. For him, man necessarily needs the knowledge of things, without which he is not happy, he needs at all times to feed himself of knowledge in order to be able to attain happiness, since for the author, to discover the truth is to discover fullness, that is, happiness. Now the one to whom he sees himself as the discoverer of the truth is seeking his own wisdom. And that person who seeks it hard, ends up finding what is true. The final truth for Augustine can only be reached by the one who presents himself as being the truth itself. This is Jesus Christ. In this way, happiness could not take place without the true knowledge of the one who is the true fullness. He who is the supreme good and who reveals to us totally and totally the truth. And since we can only achieve this truth through love, this love will lead to true and unsurpassed happiness.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/6847
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