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Title: Configuração narrativa em Paul Ricoeur
Authors: Silva, Bianca Pereira da
metadata.dc.contributor.advisor: Oliveira, Bernardo Barros Coelho de
metadata.dc.contributor.members: Pessoa, Patrick Estellita Cavalcanti
Castro, Pedro Süssekind Viveiros de
Issue Date: 2017
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: A compreensão de si é uma tarefa difícil e necessitamos de mediações para encontrar respostas para nossas próprias histórias. Por isso, o filósofo Paul Ricoeur dedica-se ao estudo das narrativas, pois percebe que, através delas, o ser humano consegue alcançar uma compreensão de si mais plena e inteligível. Seu percurso, precisamente, é desvendar como o processo de contar uma história acontece. Entretanto, esse processo não se inicia com o ato do criador da obra, pelo contrário. Para que uma obra se torne obra, ela precisa de alguns elementos fornecidos pela experiência cotidiana e, após essa etapa é que a obra pode configurar-se e vir a ser uma obra. Porém, ainda assim, ela não alcançou sua finalidade, porque, para o filósofo, a obra só se encerra no ato de ler, ou seja, no leitor. Pretendemos, então, percorrer os caminhos seguidos pelo filósofo para encontrar a função da arte de contar histórias através dessa teoria, denominada de “tripla mímesis”. Para isso, mostraremos como ocorre a configuração das narrativas e como ela abre um horizonte de possibilidades para o ser humano quando revela um mundo que pode transformar sua compreensão do tempo, de si e dos outros.
metadata.dc.description.abstractother: La compréhension de soi est une tâche difficile et nous avons besoin de médiations pour trouver des réponses à nos propres histoires. Donc, le philosophe Paul Ricoeur est dédié à l'étude des récits, car il comprend que, à travers eux, l'être humain peut parvenir à une compréhension de soi plus complète et intelligible. Son parcours est précisément débander la façon comme le processus de raconter une histoire se passe. Cependant, ce processus ne commence pas par l'acte du créateur de l'oeuvre, au contraire. Pour qu’une oeuvre devienne ouevre, elle a besoin de quelques éléments fournies par l'expérience quotidienne et après cette étape est que l’oeuvre peut être configuré et devenir une oeuvre. Mais encore, elle n'a pas atteint son but, car, pour le philosophe, l’oeuvre ne se termine que dans l'acte de lecture, c’est-à-dire, le lecteur. Nous avons l'intention de marcher alors les chemins suivis par le philosophe pour trouver la fonction de la narration à travers cette théorie, appelée "triple mímesis." Nous allons montrer donc comme se passe la configuration de la narration et de la façon dont elle ouvre un horizon de possibilités pour l'homme quand elle révèle un monde qui peut transformer votre compréhension du temps, de soi et des autres.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/6874
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