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Title: Diferentes perspectivas do dualismo nómos-phýsis na filosofia antiga e suas consequências éticas
Authors: Azevedo, Mauricio Alves de
metadata.dc.contributor.advisor: Costa, Alexandre
metadata.dc.contributor.advisorco: Ribeiro, Luís Felipe Bellintani
metadata.dc.contributor.members: Ribeiro, Fernando José Fagundes
Yazbek, André Constantino
Issue Date: 2016
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: A busca por uma justificativa universal para a conduta ética tem encontrado na observação da natureza um pretenso ponto de apoio incontestável. A natureza, por apresentar geração (origem) de todos os seus seres de forma independente de ação e deliberação do homem, tem sido usada como uma referência para um modelo das ações humanas. Como o estabelecimento deste ideal ético frequentemente é embargado pela falta de consenso entre os homens, o argumento naturalista ganha autoridade por esse pressuposto de imparcialidade. Desta forma, o fato de algo ser como tal na natureza tem sido visto como dever ser como tal. A passagem de uma abordagem descritiva (como é) da natureza para uma abordagem prescritiva ou normativa (como deve ser) foi usada para justificar posturas éticas. O dualismo nómos-phýsis, ou seja, a distinção entre as normas que têm origem na convenção humana e o naturalismo, é o ponto central de análise deste trabalho, que pretende mostrar como esse dualismo foi abordado na sofística e na filosofia antiga para propósitos éticos e políticos. Nesta análise serão confrontadas a ética contratualista (convencionalista) e a ética naturalista na filosofia grega.
metadata.dc.description.abstractother: The search for a universal justification for ethical conduct has found in the observation of nature an unquestionable support point. Nature has been used as a guide for a human action model for it presents generation (origin) of all its beings, regardless of man´s deliberation. As the settlement of such ethical ideal is often hindered by the lack of consensus among men, the naturalistic argument gains authority due to this assumption of impartiality. Thus, the fact of something being as such in nature has been seen as a must be as such. The shift from a descriptive approach (as it is) to a prescriptive approach (as it must be) has been used to justify ethical stances. The nómos-phýsis dualism, that is, the distinction between norms originated from human convention and naturalism itself, is the main point of this paper; which intends to show how such dualism was approached in sophistry and ancient philosophy for ethical and political purposes. This analysis shall confront contractualist ethic with naturalist ethic in ancient philosophy.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/6888
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