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Title: Isolamento de carotenoides e estabilidade de substâncias bioativas durante o armazenamento de produtos de manga
Authors: Duarte, Nelise Gonçalves Duarte e
metadata.dc.contributor.advisor: Araújo, Kátia Gomes de Lima
metadata.dc.contributor.advisorco: Machado, Thelma de Barros
metadata.dc.contributor.members: Dias, Juliana Furtado
Garcia, Silvia Regina Magalhães Couto
Issue Date: 2018
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: Os produtos comerciais de manga destacam-se pelo seu sabor, odor, cor, e conteúdo em substâncias bioativas. O processamento de polpas de manga é uma atividade agroindustrial importante na medida que agrega valor econômico à fruta, minimiza perdas, e possibilita ao produtor uma alternativa para aproveitamento das frutas. O objetivo desse estudo foi avaliar a qualidade de produtos de manga industrializados no que se refere ao atendimento aos Padrões de Identidade e Qualidade descritos na legislação e também como fonte fontes de substâncias bioativas. As amostras foram adquiridas no mercado local e analisadas em duplicata, três embalagens de cada produto em intervalos mensais, durante três meses. Os resultados foram submetidos à análise de variância ANOVA e teste de comparações múltiplas de Dunnett. Foi considerada significância estatística de 5%. Inicialmente foi isolado o padrão de violaxantina a partir de pimentão amarelo. Os carotenoides e as substâncias fenólicas foram analisados por espectrofotometria no UV. A mangiferina foi identificada, e quantificada na polpa de manga comercial por cromatografia líquida de alta eficiência, a vitamina C, os açúcares totais, açúcares redutores, açúcares não redutores e a acidez total foram determinados por volumetria. A capacidade antioxidante total foi determinada pelo método ABTS. Nas condições do estudo, os resultados mostraram que o conteúdo médio de carotenoides variou 19,31% na polpa, 52,27% no concentrado líquido e 39,61% no néctar, os fenólicos totais variaram 79,64% na polpa, 4,87% no concentrado líquido e 62,68% no néctar. A mangiferina manteve-se estável com uma média de 0,2 mg / 100 g de polpa. O teor médio de vitamina C não variou na polpa, variou de 25,08% no concentrado líquido e 85,52% no néctar. A capacidade antioxidantes total variou 36,98 % na polpa, + 49,17 % no concentrado líquido e + 37,25 % no néctar. O estudo mostrou não conformidades com o PIQ durante o período avaliado
metadata.dc.description.abstractother: Commercial mango products stand out for their color, odor, taste, and bioactive substances content. The mango pulp processing is an important agroindustrial activity as it adds economic importance to the fruit, minimizes losses, and allows the farmer an alternative on the fruit utilization. The goal of this study was to evaluate the quality of industrialized mango products in terms of meeting the Identity and Quality Standards described by law, and as source of bioactive substances. The samples were purchased on local market and three packages of each product were analyzed in duplicate, at monthly intervals, for three months. The results were submitted to ANOVA and multiple Dunnett comparison tests, considering statistical significance of 5%. Initially the violaxanthin standard was isolated from yellow pepper. Carotenoids and phenolics were analyzed by UV spectrophotometry. The mangiferin was identified and quantified in the commercial mango pulp by high efficiency liquid chromatography, the vitamin C, total sugars, reducing sugars, non-reducing sugars, and total acidity were determined by volumetry. The total antioxidant capacity was determined by the ABTS method. Under study conditions, the results showed that the mean carotenoid content varied 19.31% in the pulp, 52.27% in the liquid concentrate, and 39.61% in the nectar, total phenols varied 79,64% in the pulp, 4.87% in the liquid concentrate, and 62.68% in the nectar. The mangiferin remained stable with average of 0.2 mg / 100 g of pulp. The mean vitamin C content did not vary in the pulp, ranged from 25.08% in the liquid concentrate, and 85.52% in the nectar. The total antioxidant capacity varied 24.52% in the pulp, + 54.12% in the liquid concentrate, and + 24.49% in the nectar. The study showed nonconformities with the PIQ during the period evaluated
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/6896
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