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Title: O corpo criança como um corpo vivido: um ensaio de uma possível ruptura com as práticas/saberes que abreviam as multiplicidades das experiências das crianças
Authors: Callefi, Mariana de Faria
metadata.dc.contributor.advisor: Preu, Roberto de Oliveira
metadata.dc.contributor.members: Pena, Ricardo Sparapan
Alves, Priscila Pires
Issue Date: 2017
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: O trabalho tem por objetivo construir um fundamento para a experiência vivida no contexto de um estágio curricular obrigatório em uma unidade básica de saúde da família na construção de um dispositivo cuja aposta foi a de despatologização da infância e de construção de um protagonismo da criança no sentido da apropriação de suas experiências e de direito ao próprio corpo. Analisamos as metodologias clássicas que conferem uma cisão corpo e alma até chegar à concepção do corpo fenomenológico de Merleau Ponty. A partir desta concepção que nos é possível compreender uma relação autêntica de direito ao corpo. A história da concepção universalista da infância e as rupturas contemporâneas no sentido da formulação de uma sociologia e antropologia da criança nos ajudam a pensar pistas que fundamentam novas modalidades de intervenção. Michel Foucault contribui com o trabalho ao conceituar como os discursos dos diversos saberes podem ser estratégias funcionais quando analisados e colocados em prática a partir de uma visão que favorece e legitima o direito ao corpo. Por fim, pretendo esboçar uma resposta à questão: pode a noção de corpo-vivido, entrelaçada as contribuições de Foucault e da sociologia e antropologia da criança, servirem de fundamentação para uma prática que aponte para emancipação da experiência das crianças por relação às estratégias cientificistas que violentam o direito ao corpo?
metadata.dc.description.abstractother: The objective of this work is to build a foundation for the experience lived in the context of a curricular traineeship in a basic health unit of the family in the construction of a device whose purpose was to depathologize childhood and to build a child's role in the sense the appropriation of their experiences and the right to their own bodies. We analyze the classical methodologies that confer a split body and soul until arriving at the conception of the phenomenological body of Merleau Ponty. From this conception we can understand an authentic relationship of right to the body. The history of the universalist conception of childhood and contemporary ruptures in the sense of the formulation of a sociology and anthropology of the child help us to think of clues that underlie new modalities of intervention. Michel Foucault contributes to the work by conceptualizing how the discourses of different knowledge can be functional strategies when analyzed and put into practice from a vision that favors and legitimates the right to the body. Finally, I intend to sketch an answer to the question: can the notion of body-lived, intertwined the contributions of Foucault and of the sociology and anthropology of the child serve as a basis for a practice that points to the emancipation of children's experience in relation to scientific strategies that violate the right to the body?
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/6921
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