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Title: Tempo de restabelecimento da saturação de oxigênio após aspiração endotraqueal: crossover de pacientes sépticos com ou sem supraotimização de oxigênio
Authors: Silva, Monyque Évelyn dos Santos
metadata.dc.contributor.advisor: Lima, Dalmo Valério Machado de
metadata.dc.contributor.advisorco: Ferreira, Alexandra Oliveira Matias
metadata.dc.contributor.members: Lima, Dalmo Valério Machado de
Paes, Graciele Oroski
Mesquita, Cláudio Tinoco
Issue Date: 2013
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Citation: Silva, Monyque Évelyn dos Santos. Tempo de restabelecimento da saturação de oxigênio após aspiração endotraqueal: crossover de pacientes sépticos com ou sem supraotimização de oxigênio. 2013. 77 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa, Universidade Federal Fluminense, 2013.
Abstract: Introdução: A permeabilidade capilar existente na sepse permite a passagem de líquido para o espaço intersticial e alveolar, resultando em unidades de shunt. O resultado desta injúria consiste no aumento do espaço morto, diminuição da complacência pulmonar, aumentando o trabalho respiratório e a rápida evolução para insuficiência respiratória com necessidade de ventilação mecânica Devido à incapacidade fisiológica de pacientes sob ventilação em realizarem a própria higiene brônquica, a aspiração endotraqueal, torna-se o procedimento indispensável para manter a permeabilidade das vias aéreas. Tendo em vista a prevenção da hipoxemia como efeito adverso de tal intervenção, é preconizado a hiperoxigenação pré-aspiração endotraqueal. Porém, esta indicação não possui especificidade, não levando em consideração as diversas patologias e sítios acometidos. Objetivo: Testar se existe diferença do tempo de restabelecimento e do valor da saturação de oxigênio de pacientes com sepse sob ventilação mecânica quando realizada a aspiração endotraqueal precedida de supraotimização de oxigênio ou não. Metodologia: Estudo experimental do tipo crossover 2x2 com análise da sequência A-B B-A. Metade dos participantes recebeu primeiramente a aspiração A e após washout a aspiração B. A segunda metade seguiu a sequência inversa. A aspiração A, referente ao controle, foi precedida pela supraotimização de oxigênio com FiO2 a 100%, durante 60s. Na aspiração B, referente ao experimento, não se utilizou do incremento prévio de oxigênio. Após constatação da ausência de carryover (p >0,05) utilizou-se o teste de Wilcoxon- Mann-Whitney para comparação do valor e tempo de restabelecimento da SpO2 entre as intervenções, adotando-se o nível de significância de 5%. Foi utilizada a medida de efeito razão de chances para calculo do risco de dessaturação de oxigênio após aspiração com intervalo de confiança de 95%. Resultados: Não existe diferença entre o tempo de restabelecimento e o valor em ambas as aspirações (p< 0,05), nos 10 min após aspiração endotraqueal a não supraotimização prévia comportou-se como fator de proteção para dessaturação de oxigênio. Conclusão: A aspiração endotraqueal em pacientes com sepse sob ventilação mecânica, não precedida de supraotimização de oxigênio pode ser realizada comparável àquela após supraotimização no que se refere ao restabelecimento e valor da saturação de oxigênio e é fator de proteção para efeitos de dessaturação de oxigênio após aspiração.
metadata.dc.description.abstractother: Introduction: sepsis existing capillary permeability allows passage of fluid into the interstitial and alveolar space, resulting in shunt units. The result of this injury is the increased dead space, decreased lung compliance, increased work of breathing and rapid progression to respiratory failure requiring mechanical ventilation. Due to the physiological inability of ventilated patients in performing their own bronchial hygiene, endotracheal suctioning is the procedure makes it necessary to maintain the airway patency. With a view to preventing hypoxemia is indicated supraotimization oxygen pre-endotracheal suction indiscriminately to all patients, not differing pathologies and the various affected sites. Nevertheless, in the empirical field, one observes a no consensus among professionals. Aim: To test whether there are differences in the recovery time and the amount of oxygen saturation in septic patients under mechanical ventilation when performed preceded by endotracheal suctioning supraotimization oxygen or not. Methodology: experimental crossover 2x2 with sequence analysis AB BA. Half of the participants received the first aspiration and aspiration after washout B. The second half followed by the reverse sequence. The aspiration, for the control, was preceded by supraotimization oxygen with FiO2 100% during 60s. In vacuum B relating to the experiment, was not used prior to the increase of oxygen. After confirmation of the absence of carryover (p> 0.05) used the Wilcoxon-Mann-Whitney test to compare the value and time to recovery of SpO2 between interventions, adopting a significance level of 5%. Was used to measure the effect odds ratio for calculating the risk of oxygen desaturation after aspiration with a confidence interval of 95%. Results: There is no difference between the recovery time and the value in both aspirations (p <0.05) in the 10 min after endotracheal suctioning prior supraotimization not behaved as a protective factor for oxygen desaturation. Conclusion: The endotracheal suction in patients with sepsis, mechanical ventilation, without prior supraotimization oxygen can be made comparable to that following supraotimization regarding the restoration and value of oxygen saturation and is a protective factor for effects of oxygen desaturation after aspiration.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/7140
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