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Title: Aqui somos todos iguais?: usos e apropriações do Cemitério do Caju como espaço público urbano
Authors: Silva, Aristides Pereira da
metadata.dc.contributor.advisor: Freire, Jussara
metadata.dc.contributor.members: Freire, Jussara
Mouzinho, Glaucia Maria Pontes
Lemos, Carlos Eugênio Soares de
Issue Date: 2016
Abstract: Este trabalho visa debater, analisar e trazer à tona o fato de que os sintomas da desigualdade social podem perpassar os umbrais da morte. A exemplo do trabalho realizado por Colete Pétonnet no artigo intitulado “Observação flutuante: o exemplo de um cemitério parisiense”, procurei observar a dinâmica em torno do Cemitério do Caju Em Campos dos Goytacazes. Embora seja de praxe dizer que com a morte todos ficam iguais, ou que a morte é a grande niveladora, pude constatar durante a pesquisa realizada que as marcas da desigualdade ainda se encontram vivas, mesmo nos pós morte, onde o contraste entre túmulos luxuosos e covas rasas com ossos humanos espalhados pelo chão deixam transparecer que um processo de desumanidade ainda persiste, nos então chamados campos santos, mostrando que existe uma hierarquia expressa através dos túmulos. A controvérsia entre o público e o privado. O cemitério como espaço público urbano compartilhado por diferentes atores. Uma análise do sagrado e do profano, e o processo de divisão social do trabalho existentes no Cemitério. Fazendo da pesquisa também um resgate da história do Cemitério do Caju, os conflitos e as demandas em torno de sua criação no ano de 1855.
metadata.dc.description.abstractother: This work aims to discuss, analyse and bring to light the fact that the symptoms of social inequality can resound the thresholds of death. The example of the work carried out by Pétonnet in the article titled “floating Observation: the example of a Parisian cemetery”, I tried to observe the dynamics around the Cemetery of Caju In Campos dos Goytacazes. Although it is customary to say that with death all are equal, or that death is the great leveller, I noted during the survey that the marks of inequality are still alive, even in the post-mortem, where the contrast between graves and shallow graves with human bones scattered on the ground imply a process of inhumanity still persists in so called Campbell, showing that there is a hierarchy expressed through the tombs. The controversy between the public and the private. The cemetery as urban public space shared by different actors. An analysis of the sacred and the profane, and the process of social division of labor existing in the Cemetery. Doing the research also a rescue in the history of the cemetery of Caju, conflicts and demands around its creation in the year 1855
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/7320
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