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dc.contributor.advisorFreitas, Rita de Cássia Santos-
dc.contributor.authorLima, Auricéa Xavier de Souza-
dc.date.accessioned2018-09-26T13:26:11Z-
dc.date.available2018-09-26T13:26:11Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.urihttps://app.uff.br/riuff/handle/1/7670-
dc.description.abstractEsta pesquisa analisa, a partir dos casos de abandono de bebês veiculados na mídia jornalística no período de 01/01/20008 à 01/01/2011, questões relacionadas à mulher desertora da maternidade; à identidade feminina e sua representação na mídia; a estigmatização das mulheres que recorrem ao abandono na forma como são abordadas as reportagens, bem como, à situação de abandono em que as mesmas por vezes se encontram durante a gestação. Discorre sobre a política de proteção à infância e a questão do abandono no período colonial. Recorre à pesquisa de Venâncio (2004) que trata de forma muito detalhada sobre a questão do abandono no Brasil do período colonial. Assim sendo, percebemos, como esses casos de abandono tiveram influência no que podemos chamar das primeiras “políticas para infância” e como essa realidade já há alguns séculos, faz parte de nossa história e continua tão presente nos dias atuais. Em seguida trata da relação entre a mídia jornalística e o abandono; dos resultados e análises da pesquisa, assim como, analisa alguns casos. Reflete sobre mudanças e conservações nas formas do abandono hoje em relação ao período colonial e analisa a realidade social dessas mulheres, que, por diversas razões, recorrem ao abandono de bebês. Concluímos trazendo para a discussão novas alternativas sugeridas para resolver o problema do abandono hoje, como é o caso do parto anônimo. A partir desta análise, propõe uma reflexão sobre a responsabilidade de todos os atores sociais no ato de gerar e criar filhos em detrimento dos mitos e conceitos que ao longo da história têm responsabilizado exclusivamente as mulheres pela criação e reprodução humanas.pt_BR
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dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Fluminensept_BR
dc.rightsOpen accesspt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.titleMães más: um olhar sobre o abandonopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordAbandono de bebêspt_BR
dc.subject.keywordMídiapt_BR
dc.subject.keywordEstigmatizaçãopt_BR
dc.subject.keywordMaternidadept_BR
dc.contributor.membersAlmeida, Carla Cristina Lima de-
dc.contributor.membersBarros, Nivia Valença-
dc.degree.levelMestrado acadêmicopt_BR
dc.subject.descriptorPolítica socialpt_BR
dc.subject.keywordotherAbandonment of babiespt_BR
dc.subject.keywordotherMediapt_BR
dc.subject.keywordotherDiscriminationpt_BR
dc.subject.keywordotherMaternitypt_BR
dc.description.abstractotherThis research analyzes, from the cases of abandonment of babies propagated in the journalistic media in the period of 01/01/20008 to the 01/01/2011, questions related to the woman deserter of the maternity; to the feminine identity and its representation in the media; the discrimination of the women whom they appeal to the abandonment in the form as is boarded the news articles, as well as, to the abandonment situation where the same ones for times if find during the gestation. It discourses on the politics of protection to infancy and the question of the abandonment in the colonial period. It appeals to the research of Venâncio (2004) that it deals with detailed form very on the question of the abandonment in Brazil of the colonial period. Thus being, we perceive, as these cases of abandonment had had influence in what we can call the first “politics for infancy” and as this reality already has some centuries, are part of our history and continue so present in the current days. After that it deals with the relation between the journalistic media and the abandonment; of the results and analyses of the research, as well as, it analyzes some cases. It reflects on changes and conservations in the forms of the abandonment today in relation to the colonial period and analyzes the social reality of these women, whom, for diverse reasons, they appeal to the abandonment of babies. We conclude bringing for the quarrel new alternative suggested to decide the problem of the abandonment today, as it is the case of the anonymous childbirth. From this analysis, it considers a reflection on the responsibility of all the social actors in the act to generate and to create children in detriment of myths and concepts that throughout history have exclusively made responsible the women for the creation and reproduction human beings.pt_BR
dc.identifier.vinculationAluno de mestradopt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal Fluminensept_BR
dc.degree.departmentEscola de Serviço Socialpt_BR
dc.degree.programPrograma de Estudos Pós-Graduados em Política Socialpt_BR
dc.degree.date2011-
dc.degree.localNiterói, RJpt_BR
dc.publisher.departmentNiteróipt_BR
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