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Title: A inserção do bastardo na relação Oriente Ocidente
Authors: Hauaji, Karime Amaral
metadata.dc.contributor.advisor: Soares, Vera Lúcia
metadata.dc.contributor.members: Porto, Maria Bernadette Velloso
Cruz, Sonia Regina Torres da
Batalha, Maria Cristina
Noronha, Jovita Maria Gerheim
Issue Date: 2012
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: A movência pós-colonial produz um discurso que se baseia na fricção entre duas tradições. Os indivíduos se veem cindidos entre Oriente e Ocidente, a cultura de seus antepassados e aquela que agora os acolhe, forçando-os a negociarem com os dois espaços. Centrando-nos na literatura diaspórica, buscamos uma comparação entre: Os versos satânicos (1989), de Salman Rushdie, e O rochedo de Tânios (1993), de Amin Maalouf, a fim de avaliar de que maneira a tradução cultural se dá, isto é, compreender a identidade da diáspora, nunca concluída, sempre em construção. O bastardo, presente nas duas obras, se apresenta como sujeito desse espaço híbrido e aponta para uma possibilidade de se refletir sobre a identidade dos “homens traduzidos”. Verificamos de que maneira a vivência do exílio, do estranho, se configura na escrita desses autores, em que se misturam real e ficção, história e História, tornando-a também bastarda. O discurso rasurado da categoria do bastardo como expressão literária indica, portanto, soluções poéticas para as aporias identitárias.
metadata.dc.description.abstractother: The post-colonial migration produces a discourse that is based on friction between two traditions. Individuals find themselves divided between East and West, the culture of their ancestors and the culture that now welcomes them, forcing them to negotiate with the two spaces. Focusing on Diasporic Literature, we seek a comparison: The satanic verses (1989), by Salman Rushdie and The rock of Tanios (1993), by Amin Maalouf, in order to appreciate how the cultural translation takes place, that is, to understand the identity of diaspora, never ended, always under construction. The bastard, present in both books, exposes himself as the subject of hybrid space and he points to an opportunity to reflect on the identity of the "translated men". We have observed how the experience of the exile, of the uncanny, is configured in the writing of these authors that mix reality and fiction, story and History, making it also bastard. The strikeout speech from bastard’s category, as a literary expression, indicates, therefore, poetic solutions to the identitary aporias.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/7769
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