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Title: A obrigação internacional de desarmamento nuclear
Authors: Silva, Magno Souza
metadata.dc.contributor.advisor: Martins Júnior, Manoel
metadata.dc.contributor.members: Cardoso, Indio do Brasil
Oliveira, Cláudio Brandão de
Issue Date: 2017
Citation: SILVA, Magno Souza. A obrigação internacional de desarmamento nuclear. 2017. 23f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) – Faculdade de Direito, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2017.
Abstract: A construção de um mundo livre de armas nucleares se divide basicamente em duas frentes de trabalho: a não proliferação nuclear, que é o congelamento do número de Estados detentores deste tipo de armamento; e o desarmamento nuclear, que é a diminuição gradual e progressiva do arsenal já existente até sua extinção completa. A primeira frente de trabalho tem como pilares o Tratado de Não Proliferação, a Agência Internacional de Energia Atômica e o Conselho de Segurança, é executada de maneira mais satisfatória, e apesar disso surgiram novas potências nucleares assim reconhecidas, bem como surgiu o problema norte-coreano, fruto de uma drenagem da maior parte dos recursos da sociedade para o setor militar, a falta de atenção das grandes potências nas últimas décadas por se tratar de um risco menor, a necessidade de sobrevivência do regime mais fechado do mundo, e o desinteresse da China, em ver florescer uma nova organização política do país, que a seu ver seria invariavelmente capitalista e pró- ocidental, à imagem e semelhança da Coreia do Sul e Japão. Ademais, viu-se recentemente um alarde em relação ao possível desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã. Referente ao desarmamento nuclear pouco se avançou, dado o total desinteresse dos Estados nucleares em perderem esse status que lhe conferem grande peso em política internacional. Esse artigo se presta, portanto, a observar o status do desarmamento nuclear no mundo e o recente Tratado para a Proibição de Armas Nucleares.
metadata.dc.description.abstractother: The construction of a world free of nuclear weapons is basically divided into two fronts: nuclear non-proliferation, which is a freeze on the number of States holding nuclear weapons; and nuclear disarmament, which is a gradual and progressive reduction of the existing arsenal until its complete extinction. The first working front is based on the No Proliferation Treaty, the International Atomic Energy Agency and the Security Council which has been implemented in a more satisfactory manner. Despite this, new nuclear powers have emerged as well as the North Korean problem arose as a result of the drainage of most of the resources of society for the military sector, the lack of attention of the great powers in the last decades since it was believed to be a minor risk, the need for survival of the most closed regime in the world, the need for survival of the world's most closed regime, and the China's disinterest in seeing a new political organization flourish in the country, which in its view would invariably be capitalist and pro-Western, in the image and likeness of South Korea and Japan. Moreover, he world has recently seen a boast about the possible development of nuclear weapons by Iran. Concerning nuclear disarmament, little progress has been made, given the total lack of interest of nuclear states in losing this status, which gives it great weight in international politics. This article thus lends itself to observing the status of nuclear disarmament in the world and the recent Treaty on the Prohibition of Nuclear Weapons.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/7879
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