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dc.contributor.advisorAlmeida, Jorge Reis-
dc.contributor.authorCarvalho, Fabiana Rabe-
dc.date.accessioned2018-11-13T11:02:31Z-
dc.date.available2018-11-13T11:02:31Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.urihttps://app.uff.br/riuff/handle/1/7895-
dc.description.abstractO citomegalovírus humano (HCMV) é uma das principais causas de morbidade em pacientes transplantados renais. Com o intuito de evitar complicações relacionadas à infecção por este patógeno, várias estratégias têm sido adotadas de acordo com o grau de risco para infecções. Pacientes considerados de alto risco são submetidos à terapia profilática, na qual medicamentos antivirais são administrados por um período de três meses e ajustados de acordo com a função renal e com o decaimento da dose pelo período de tratamento. Em contrapartida, pacientes considerados de baixo risco são rastreados para detecção da replicação viral e, só assim, iniciam a medicação antiviral, o que auxilia na tomada de decisão clínica. Portanto, fica claro que a infecção por HCMV é um desafio em transplante renal, tanto pela falta de uma abordagem terapêutica eficaz, quanto pela complexidade e variação metodológica no monitoramento da infecção. Dessa forma, o presente estudo teve como objetivo estudar a replicação viral do HCMV e a resposta sorológica nos primeiros meses pós-transplante renal, nos pacientes submetidos à profilaxia universal ou a terapia preemptiva, correlacionando os resultados encontrados com o curso clínico da infecção pelo HCMV. Para tal, foi realizado um estudo observacional, prospectivo e longitudinal com 32 pacientes sob profilaxia universal ou terapia preemptiva com ganciclovir intravenoso, acompanhados a partir do dia do transplante renal e semanalmente durante os três primeiros meses. A detecção da replicação viral foi realizada através do ensaio de antigenemia pp65 concomitantemente com a resposta sorológica para HCMV, mensurada pelo ensaio de quimioluminescência. Em ambos os esquemas terapêuticos, o cut-off para início do tratamento foi de 10 células positivas/ 2x105 leucócitos. Cinquenta por cento dos pacientes rastreados apresentaram positividade para antigenemia pp65, com taxas de incidência similares entre cada grupo terapêutico, não havendo resultado positivo no primeiro mês de rastreamento. A máxima frequência de positividade foi encontrada na oitava semana pós-transplante. De forma interessante, o grupo profilaxia universal apresentou frequência de positividade precoce e maior gravidade da doença causada pelo HCMV se comparado ao grupo terapia preemptiva. Quando analisamos a resposta sorológica em ambos os grupos, observamos que, mesmo quando a doença se apresenta de forma grave, a resposta sorológica se mantém similiar entre os grupos, sugerindo que o perfil sorológico seja útil para determinacão do grupo de risco. O presente estudo demonstra que o monitoramento durante os três primeiros meses pós-transplante teve impacto positivo na detecção precoce da replicação viral, o que acarreta na redução da morbidade, embora a presenca de um quadro clínico mais grave sugira que, na profilaxia universal, o cut-off utilizado seja inapropriadopt_BR
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dc.description.sponsorshipO presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Código de Financiamento 001pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Fluminensept_BR
dc.rightsOpen Accesspt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.titleImplementação de antigenemia pp65: ferramenta para análise do impacto da infecção/doença por citomegalovírus em pacientes submetidos ao transplante renal no Hospital Universitário Antônio Pedro da Universidade Federal Fluminensept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordAntigenemia pp65pt_BR
dc.subject.keywordProfilaxia universalpt_BR
dc.subject.keywordTransplante renalpt_BR
dc.subject.keywordGanciclovirpt_BR
dc.contributor.membersCardoso, Claudete Aparecida Araújo-
dc.contributor.membersSantos, Ana Maria Ribeiro dos-
dc.contributor.membersSouza, Edison Régio de Moraes-
dc.degree.levelmestrado acadêmicopt_BR
dc.creator.affilliationUniversidade Federal Fluminensept_BR
dc.subject.descriptorInfecções por citomegalovíruspt_BR
dc.subject.descriptorAntigenemia pp65pt_BR
dc.subject.descriptorTransplante de rimpt_BR
dc.subject.descriptorProfilaxiapt_BR
dc.subject.descriptorGanciclovirpt_BR
dc.subject.keywordotherPP65 antigenemiapt_BR
dc.subject.keywordotherUniversal prophylaxispt_BR
dc.subject.keywordotherKidney transplantationpt_BR
dc.subject.keywordotherGanciclovirpt_BR
dc.description.abstractotherHuman cytomegalovirus (HCMV) is a major cause of morbidity in kidney transplant patients. In order to avoid complications related to infection by this pathogen, several strategies have been adopted in accordance to risk for infection. Patients considered as high risk receive prophylactic therapy, with antivirals administration for a three months period, adjusted for renal function - and dose decay during the treatment period. In contrast, low-risk patients are screened for viral replication and only then, initiates antiviral medication, which may contribute to the clinical decision. Thus, it is clear that HCMV infection is a challenge in kidneyl transplantation, which may be explained by the lack of an effective therapeutic approach, the complexity and methodological variation in the monitoring of infection. Thus, the present study aims to study HCMV viral replication and seroconversion rates in the first months after kidneytransplantation in patients undergoing universal prophylaxis or preemptive therapy, correlating the results with the clinical course of HCMV infection. For this, was performed an observational, prospective, longitudinal study of 32 patients undergoing universal prophylaxis or preemptive therapy with intravenous ganciclovir, accompanied since the day of transplantation and weekly during the first three months. Detection of viral replication was performed using the pp65 antigenemia test simultaneously with the serologic response to HCMV, measured by chemiluminescence assay. In both therapeutic regimens, the cut-off to start treatment was 10 positive cells / 2x105 leukocytes. Fifty per cent of screened patients were positive for antigenemia pp65, with similar incidence rates between each treatment group, with no positive results in the first month of monitoring. The maximum frequency of positivity was found in the eighth week post-transplant. Interestingly, the universal prophylaxis group showed early positive frequency and greater severity of disease caused by HCMV compared to preemptive therapy group. When we analyzed the serologic response in both groups, we found that, even when the disease presents itself in a severe form, serologic response keeps similar between groups, suggesting that serologic profile is useful for determining the risk group. This study shows that the monitoring during the first three months post-transplant had a positive impact in early detection of viral replication, which leads to the reduction of morbidity, although the presence of a more severe clinical picture suggests that, in universal prophylaxis, the applied cut-off is inappropriatept_BR
dc.identifier.vinculationAluno de Mestradopt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal Fluminensept_BR
dc.contributor.advisorcoSilva, Andrea Alice da-
dc.degree.departmentCiências Médicaspt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Médicaspt_BR
dc.degree.date2016-06-17-
dc.degree.localNiteróipt_BR
dc.publisher.departmentNiteróipt_BR
Appears in Collections:PPGCM - Teses e Dissertações

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