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Title: Aos lampejos do esquecer: uma análise nietzschiana do filme as i was moving ahead occasionally i saw brief glimpses of beauty.
Authors: Rangel, Luísa Gonçalves
metadata.dc.contributor.advisor: Saint Clair, Ericson Telles
metadata.dc.contributor.members: Vasconcellos, Jorge
Ferran, Marcia
Issue Date: 2017
Abstract: Trata-se de analisar como no filme As I was moving ahead occasinally I saw brief glimpses of beauty (2001), de Jonas Mekas, o ato de filmar e o da montagem propõem uma instigante apreensão temporal a partir do eixo teórico do filósofo alemão Friedrich Nietzsche. No debruçar-se de algumas das principais obras - Assim falou Zaratustra, Segunda Consideração Intempestiva: da utilidade e desvantagem da história para a vida e Genealogia da moral - intenta-se notar uma perspectiva temporal singular ao cinema-diário. A partir dos conceitos de esquecimento, memória e memória da vontade urdidos, principalmente, sob o olhar do primeiro aforismo da Segunda dissertação da Genealogia da moral, o filósofo constrói uma perspectiva de criação que traz à tona uma posição coincidente dos tempos na vida. No percurso dessa construção de vida sob a vida, alicerçado ao equilíbrio temporal e à compreensão da vontade de filmar como vontade de memória e ao ato da montagem enquanto esquecimento, o filme se estabelece como um incessante vir-a-ser da própria vida.
metadata.dc.description.abstractother: This work aims to analyze the film “As I was moving ahead occasionally I saw brief glimpses of beauty (2001), by Jonas Mekas, and how it's act of filming and montage procedures propose a fascinating temporal apprehension based upon the ideas of the German philosopher Friedrich Nietzsche. Focusing on some of his major works - Thus spoke Zarathustra: a Book for all and none, Untimely Meditation: On the Use and Abuse of History for Life and On the Genealogy of Morals - The study aims noticing a singular temporal perspective to the movie-journal. From the concepts of forgetfulness, memory and will's memory attached to the first aphorism of the Second essay of the Genealogy of Morals, the philosopher constructs a perspective of creation that brings up a coincident position of the times in life. In the course of this construction of life under life, established in a temporal equilibrium and in a comprehension of the desire to film as a will’s memory and the act of editing as a forgetfulness action, the film establishes as an incessant becoming-event of the life itself.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/7989
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