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Title: O exército brasileiro e o ideário da modernização entre 1870 e 1930 (proposta de interpretação teórica da literatura selecionada)
Authors: Neves, Fabrício Jesus Teixeira
metadata.dc.contributor.advisor: Figueiredo, Eurico de Lima
metadata.dc.contributor.members: Freixo, Adriano de
Pereira, Antônio Celso Alves
Costa, Frederico Carlos de Sá
Senra, Álvaro de Oliveira
Soarez, Marcial Alécio Garcia
Soares, Samuel Alves
Issue Date: 2011
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Abstract: Esta tese propõe análise crítica de literatura selecionada relativa às relações entre civis e militares na formação do moderno Estado brasileiro. Concentra-se na abobada de tempo que vai do final da Guerra do Paraguai até a Revolução de 30. Coloca como questão central o ideário da modernização industrializante proposta por certas alas ou frações do Exército Brasileiro, denominadas “reformistas”, que defenderam forças armadas modernas, atualizadas e eficientes, o que as colocava em choque com facções oligárquicas, entranhadas na economia agrária, voltada, no seu pólo mais dinâmico, para as exportações de bens primários, eixo econômico do país na época em lide. A luta requeria a modernização industrial do país. À luz da questão central, o trabalho sustenta duas teses. A primeira é a de que, no contexto em tela, os reformadores militares se identificaram com a modernidade industrial. A segunda tese propõe perspectiva teórica adequada ao entendimento das relações entre forças armadas e sociedade. A conclusão final advoga que a facção modernizadora ou reformista do Exército brasileiro defendeu a implantação de moderno sistema fabril, sem a qual a corporação militar estaria condenada à ineficiência e ao atraso na utilização dos meios da violência, o que significava investir contra as pretensões das facções oligárquicas.
metadata.dc.description.abstractother: This thesis proposes a critical analysis of selected literature on civil-military relations in the formation of the modern Brazilian State. It focuses on the period of time from the end of the Paraguayan War to the Revolution of 1930. The central issue of the work consists of ideas of industrializing modernization proposed by certain fractions or factions of the Brazilian Army, called "reformers", who defended modern, updated and efficient armed forces, putting them in shock with oligarchic factions, rooted in the agrarian economy, turned, in its most dynamic pole, for exports of primary goods, the economic axis of the country at the time. The struggle required the country's industrial modernization. In light of the central issue, this analysis argues two theses. The first is that, in the context addressed, the military reformers were identified with industrial modernity. The second theory proposes appropriate theoretical perspective to understand the relationship between the military and society. The final conclusion advocates that modernizing or reformist faction of the Brazilian Army defended the implantation of a modern factory system without which the military would be doomed to inefficiency and delay in the use of the means of violence, which meant investing against the claims of oligarchic factions.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/8270
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