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dc.contributor.advisorRosa, Maria Luiza Garcia-
dc.contributor.authorSalim, Lívia Sautter dos Santos-
dc.date.accessioned2019-02-19T14:06:07Z-
dc.date.available2019-02-19T14:06:07Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationSALIM, Lívia Sautter dos Santos. O paradoxo da obesidade no prognóstico da insuficiência cardíaca: uma revisão sistemática. 2018. 64 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttps://app.uff.br/riuff/handle/1/8643-
dc.description.abstractApesar da obesidade ser um importante fator de risco para o desenvolvimento da insuficiência cardíaca (IC), estudos vêm demonstrando que o prognóstico desta síndrome é mais favorável nos indivíduos classificados como obesos. A relação entre a obesidade e um melhor prognóstico na IC é descrita como paradoxo da obesidade. O objetivo deste trabalho é rever, de forma sistemática, os artigos sobre paradoxo da obesidade na IC, buscando identificar elementos que permitam o avanço na discussão deste tema. A estratégia de busca foi realizada na base de dados Medline considerando publicações disponíveis até janeiro de 2018, sendo incluídos estudos primários observacionais de coorte que contivessem como desfecho primário e/ou secundário: sobrevida, internação, morte por todas as causas ou morte por doenças cardiovasculares com pacientes de ambos os sexos, adultos, com diagnóstico prévio de IC. Para tanto, foram considerados estudos com participantes obesos, definidos através do índice de massa corporal. Ademais, como forma de avaliação da qualidade metodológica dos estudos elegíveis para esta revisão, foi utilizada a ferramenta NewCastle-Ottawa Quality Assessment Scale Cohort Studies. Foram retidos trinta e um estudos para leitura na íntegra e posterior avaliação da qualidade metodológica e extração de dados. Como resultado, muitos estudos justificam o paradoxo da obesidade como reflexo de possíveis vantagens clínicas encontradas em pacientes obesos com IC, dentre elas, a menor idade, melhor função renal, maior fração de ejeção e melhor classe funcional. Os estudos também parecem confirmar a vantagem clínica dos obesos, mesmo nos estudos que incluíram somente pacientes mais graves ou terminais, porém, outros determinantes podem estar por trás de tais achados, como o viés de sobrevivência, viés de tempo de diagnóstico, a variável colisora e a epidemiologia reversa. Desta forma, propõe-se a realização de estudos epidemiológicos com maior rigor metodológico que possibilitem minimizar o efeito de tais vieses, além do melhor controle das variáveis de confundimento possibilitando assim, um melhor julgamento sobre a existência do paradoxo da obesidade na insuficiência cardíaca.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Fabiano Cruz (saudecoletivauff@gmail.com) on 2019-02-06T13:57:11Z No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO - 75.pdf: 774752 bytes, checksum: 5b177b88c002f5168aa96eddbe034810 (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Ana Lúcia Torres (bfmhuap@gmail.com) on 2019-02-19T14:06:07Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO - 75.pdf: 774752 bytes, checksum: 5b177b88c002f5168aa96eddbe034810 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2019-02-19T14:06:07Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO - 75.pdf: 774752 bytes, checksum: 5b177b88c002f5168aa96eddbe034810 (MD5) Previous issue date: 2018en
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsOpen Accesspt_BR
dc.titleO paradoxo da obesidade no prognóstico da insuficiência cardíaca: uma revisão sistemáticapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.subject.keywordInsuficiência cardíacapt_BR
dc.subject.keywordParadoxo da obesidadept_BR
dc.subject.keywordViés de sobrevivênciapt_BR
dc.subject.keywordViés de antecipação diagnósticapt_BR
dc.subject.keywordEpidemiologia reversapt_BR
dc.subject.keywordVariável colisorapt_BR
dc.subject.keywordFator de riscopt_BR
dc.contributor.membersRosa, Maria Luiza Garcia-
dc.contributor.membersFonseca, Sandra Costa-
dc.contributor.membersFlores, Patrícia Viana Guimarães-
dc.contributor.membersSouza, Bárbara da Silva Nalin de-
dc.degree.levelmestrado acadêmicopt_BR
dc.subject.descriptorInsuficiência cardíacapt_BR
dc.subject.descriptorEpidemiologiapt_BR
dc.subject.descriptorObsesidadept_BR
dc.subject.descriptorFator de riscopt_BR
dc.subject.keywordotherHeart failurept_BR
dc.subject.keywordotherObesity paradoxpt_BR
dc.subject.keywordotherSurvival biaspt_BR
dc.subject.keywordotherLead biaspt_BR
dc.subject.keywordotherReverse epidemiologypt_BR
dc.subject.keywordotherCollider stratification biaspt_BR
dc.subject.keywordotherRisk factorpt_BR
dc.description.abstractotherDespite obesity being an important risk factor for heart failure (HF) development, studies have been showing that the prognosis of this syndrome reveals to be more favorable in individuals classified as obese. The relation between obesity and a better prognosis on HF is known as obesity paradox. Therefore, this work’s objective is to review, systematically, articles about obesity paradox on HF, looking to identify elements that allow the discussion promotion of this topic. The search strategy was performed at Medline database considering publications available until January 2018, being included observational cohort primary studies that contained as primary and/or secondary outcome: survival, hospitalization, death by all causes or death by cardiovascular diseases with patients of both sex, adults, with previous HF diagnosis. Therefore, studies with obese participants were considered, defined by body mass index. Furthermore, the NewCastle-Ottawa Quality Assessment Scale Cohort Studies tool was used as a way of evaluating the methodology quality. Thirty-one studies were retained for reading in full and further quality evaluation and data extraction. As a result, many studies justify the obesity paradox as a reflection of possible clinical advantages found in obese patients with HF, such as younger age, better renal function, greater ejection fraction and better functional class. Studies also seem to confirm obese patients’ clinical advantages, even in studies that included only terminal or grave patients, however, other elements may be behind such findings, such as survival bias, lead bias, collider stratification bias, reverse epidemiology. Thus, it is proposed to carry out epidemiological studies with greater methodological rigor that make it possible to minimize the effect of such biases, as well as better control of the confounding variables, allowing a better judgment over the existence of the obesity paradox on heart failurept_BR
dc.identifier.vinculationAluno de Mestradopt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal Fluminensept_BR
dc.degree.departmentInstituto de Saúde Coletivapt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós Graduação em Saúde Coletivapt_BR
dc.degree.date2018-
dc.degree.localNiterói, RJpt_BR
dc.publisher.departmentNiteróipt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.22409/PPGCM.2018.m.14200005786pt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2253101511305548pt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8552358503431338pt_BR
dc.contributor.membersLatteshttp://lattes.cnpq.br/8552358503431338pt_BR
dc.contributor.membersLatteshttp://lattes.cnpq.br/9606763340730983pt_BR
dc.contributor.membersLatteshttp://lattes.cnpq.br/1139696566369934pt_BR
dc.contributor.membersLatteshttp://lattes.cnpq.br/8867769756659957pt_BR
dc.description.physical64f.pt_BR
Appears in Collections:PPGSC - Teses e Dissertações

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