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Title: Rafael Courtoisie enquanto arqueólogo do presente
Authors: Sousa, Maykson Mardônio Cardoso de
metadata.dc.contributor.advisor: Gelada, Gladys Viviana
metadata.dc.contributor.members: Pedrosa, Célia
Santos, Roberto Corrêa dos
Issue Date: 2014
Abstract: A dissertação apresenta alguns aspectos da obra poética do escritor uruguaio Rafael Courtoisie, demonstrando, em primeiro lugar, que, desde a sua multiplicidade genérica e sua linguagem repleta de oxímoros, paradoxos, antíteses, o escritor confere ao seu projeto – e, de modo especial, à sua poesia – um caráter enigmático, recobrando, à literatura, uma reflexão igual ou semelhante à da filosofia. Em um segundo momento, busca-se compreender o modo como tal operação pode ser notada em um dos temas trabalhados principalmente em sua antologia poética intitulada Todo es poco: o tema dos objetos que, vistos e d/escritos por meio da razão e da palavra da poética, tornam-se objetos complexos – imagens-críticas – capazes de acusar a nossa fragilidade. E, por último, toma-se a arqueologia enquanto tropo para designar o gesto de “baixar a vista”, olhar o mínimo objeto cotidiano ao rés-do-chão e fazer, dele, matéria de poesia.
metadata.dc.description.abstractother: El estudio que sigue presenta algunos aspectos de la obra poética del escritor uruguayo Rafael Courtoisie, demostrando, primeramente, que desde su multiplicidad genérica y lenguaje repleto de oxímoros, paradojas, antítesis, el escritor confiere a su proyecto –y, de modo especial, a su poesía– un carácter enigmático, recobrando la literatura como un lugar para la reflexión igual o semejante a aquel de la filosofía. En segundo lugar, se busca comprender el modo que tal operación puede ser notada en uno de los temas trabajados principalmente en su poemario titulado Todo es poco: el tema de los objetos que, vistos y d/escritos por medio de la razón y de la palabra poética, se vuelven objetos complejos –imágenes críticas– capaces de acusar nuestra fragilidad. Por último, la arqueología es tomada como tropo para designar el gesto de “restar la mirada”, ver un mínimo objeto al ras del suelo y hacer de él materia de poesía.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/8748
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