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Title: A educação permanente como prática cotidiana do trabalho em saúde
Authors: Chagas, Rafael Cardoso
metadata.dc.contributor.advisor: Franco, Tulio Batista
metadata.dc.contributor.members: Franco, Tulio Batista
Koifman, Lilian
Merhy, Emerson Elias
Issue Date: 2014
Citation: CHAGAS, Rafael Cardoso. A educação permanente como prática cotidiana do trabalho em saúde. 2014. 85 f. Dissertação (Mestrado em saúde Coletiva) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2014.
Abstract: O objetivo desta pesquisa é analisar a Educação Permanente em Saúde (EPS) enquanto uma estratégia de formação e educação em saúde, através de narrativas profissionais de três trabalhadoras em saúde. As narrativas como prática indicam as formas como estas trabalhadoras significam seus processos formativos. Nesse sentido, a EPS é entendida como uma estratégia que corresponde a qualquer processo em que ocorra produção de novos saberes e de novos sujeitos. Ademais, a EPS reconhece os saberes oriundos do trabalho como um conhecimento válido. Por isso, ela aposta na micropolítica do trabalho como espaço fundamental para intervir. O trabalho, no plano da micropolítica, funciona como um dispositivo de EPS porque revela as linhas que atuam com objetivo de capturar o trabalho vivo dos trabalhadores a serviço dos saberes e poderes constituídos, ao mesmo tempo em que revela os fluxos que, não podendo ser determinados previamente, operam por outras lógicas. A EPS aposta nesses fluxos para construir novos sentidos para a produção da saúde. Concluo afirmando que é necessário reformular os modelos hegemônicos de formação em saúde. A EPS se coloca enquanto uma estratégia alternativa ao considerar a prática no cotidiano como produtora de saber. Além disso, observou-se que as trabalhadoras em saúde também inventam formas de EPS
metadata.dc.description.abstractother: The purpose of this research is to analyze the Permanent Education in Health (PEH) as a strategy for training and health education, through professional narratives of three health workers. Narratives as practice indicate the ways these workers mean their formative processes. Therefore, the PEH is seen as a strategy that matches any process that occurs in the production of new knowledge and new subjects. Moreover, PEH recognizes the knowledge derived from work as a valid knowledge. So it bets on the micropolitics of work as a fundamental to intervene space. The work , in terms of micropolitics, works as a device of PEH because the lines reveals that act in order to capture the living labor of workers in the service of knowledge and powers that be , while revealing the flows that can not be determined previously by other operating logic . The PEH bets these flows to construct new meanings for the production of health. I conclude by stating that it is necessary to reformulate the hegemonic models of health training. The PEH stands as an alternative strategy to consider in daily practice as a producer of knowledge. Furthermore, it was observed that the health workers also invent ways of PEH
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/8774
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