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Title: Fatores de risco predisponente à persistência de abertura de incisão de esclerotomia pós vitrectomia posterior via Pars Plana 23 Gauge
Authors: Horowitz, Soraya Alessandra Pereira
metadata.dc.contributor.advisor: Damasceno, Eduardo de França
metadata.dc.contributor.advisorco: Damasceno, Nadyr Antônia Pereira
metadata.dc.contributor.members: Ventura, Marcelo Palis
Pereira, Maurício Bastos
Colombini, Giovanni Nicola Umberto Italiano
Damasceno, Eduardo de França
Issue Date: 2015
Citation: HOROWITZ, Soraya Alessandra Pereira. Fatores de risco predisponente à persistência de abertura de incisão de esclerotomia pós vitrectomia posterior via Pars Plana 23 Gauge. 2015. 53 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Médicas) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2015.
Abstract: Objetivo: Análise Multifatorial sobre a persistência de abertura de incisão de esclerotomia pós-cirurgia de Vitrectomia Posterior Via Pars Plana 23 GAUGE, após um período pós operatório de 30 e 60 dias. Métodos: Avaliação de 510 pacientes através de um estudo com desenho prospectivo, longitudinal e observacional, com cirtério de inclusão e exclusão. Após seleção, foi avaliada a persistência da abertura de eclerotomia 23 Gauge (presente ou ausente) com 30 e 60 dias de pós operatório de 455 pacientes; e a sua associação com as seguintes variáveis: sexo; faixa etária; lateralidade; etnia; alta miopia; presença de placa hialina degenerativa escleral; detalhes do procedimento cirúrgico de vitrectomia posterior, como: presença de elementos de introflexão escleral, uso de óleo de silicone intravítreo, gás expansor intravítreo, endofotocoagulação a laser ou medicamentos intravítreos no pré-operatório; intercorrência de hipertensão ocular no pós operatório; necessidade de reoperações de cirurgia de vitrectomia; método de contingência~da incisão de esclerotomia e tempo operatório. Resultados: A persistência da abertura da incisão de esclerotomia esteve presente em 49 pacientes (10,76% da amostra ) aos 30 dias e 14 pacientes (3,07% da amostra) aos 60 dias. As variáveis que apresentaram associação (p<0,05) com a persistência da abertura da esclerotomia, quando sob análise uni-variada, foram: hipertensão ocular no pós operatório (30 dias), presença de óleo de silicone (30 e 60 dias), presença de elementos de introflexão escleral (30 dias), reoperações de vitrectomia (30 e 60 dias) e tempo de cirurgia vítreo-retiniana (30 e 60 dias). Os sítios de esclerotomia com maior persistência de abertura foram temporal superior e nasal superior. Após a análise multivariada, as variáveis que apresentaram associação com a persistência da abertura de esclerotomia (p<0,05) foram: reoperações de vitrectomia e tempo operatório da cirurgia vítreo-retiniana.Conclusão: Houve correlação significativa entre a presença de hipertensão ocular no pós-operatório inicial de 30 dias, a presença de óleo de silicone com 30 e 60 dias, a presença de elementos de introflexão escleral com 30 dias, reoperações de vitrectomia com 30 e 60 dias e tempo de cirurgia vítreo-retiniana com 30 e 60 dias. Entretanto, sob análise multivariada, houve associação significativa (p<0,05) apenas com as variáveis de reoperações de vitrectomia e tempo de cirurgia vitreo-retiniana com 30 e 60 dias
metadata.dc.description.abstractother: Patients undergoing 23-gauge posterior pars plana vitrectomy surgery after postoperative periods of 30 and 60 days. Methods: The study evaluated 510 patients and had a prospective, longitudinal and observational design with inclusion and exclusion criteria. The persistent opening of 23-gauge sclerotomies (present or absent) was evaluated 30 and 60 days after surgery in 455 patients, along with its associations with the following variables: gender, age, laterality (right/left eye), ethnicity, high myopia, degenerative scleral hyaline plaque, intravitreal silicone oil, intravitreal gas injection, endolaser photocoagulation, scleral buckle elements, intraoperative use of intra vitreal drugs, postoperative ocular hypertension complication, vitrectomy reoperation, sclero tomy incision closing procedure, sclerotomy anatomical site morphology with leakage search and duration of vitre ctomy surgery. Results: Persistent opening of the sclerotomy incision was present in 49 patients (10.76% of the sample) at 30 days and in 14 patients (3.07% of the sample) 60 days after surgery. The variables showing significant correlations (univariate analysis) were postoperative ocular hypertension, presence of silicone oil, presence of scleral buckle elements, vitrectomy reoperations and duration of vitreoretinal surgery. The sclerotomy sites with the greatest amounts of persistent opening were the superior temporal and superior nasal sites. After multivariate analysis, the variables that were significantly associated with the persistence of sclerotomy opening (p<0.05) were vitrectomy surgery reoperations and duration of vitreoretinal surgery. Conclusions: Vitrectomy surgery reoperations and duration of vitreoretinal surgery were the most significant risk factors for persistent sclerotomy opening, even after an extended period (60 days). Factors such as the presence of scleral hyaline plaque were not correlated with persistent open sclerotomies. The presence of leakage at the sclerotomy sites was not statistically significant, as there were sclerotomies with open morphological aspects but without evidence of leakage
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/8856
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