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Title: Animalidade confundida: vilania e monstruosidade em Drácula
Authors: Gonçalves, Marcia Heloisa Amarante
metadata.dc.contributor.advisor: Cruz, Sonia Regina Aguiar Torres da
metadata.dc.contributor.members: La Rocque, Lucia de
Cardoso, André Cabral de Almeida
Issue Date: 2012
Abstract: Este trabalho pretende analisar os vínculos existentes entre humanidade e animalidade na literatura de horror britânica, examinando a consonância das noções culturais da relação homem-animal no romance Dracula, de Bram Stoker. A pesquisa orientar-se-á pelo arquétipo literário do vampiro, que exibe atributos animais para compor e reforçar sua monstruosidade. Nosso objetivo é provar que tais personagens animalescos, com seus corpos confusos habitando uma zona de intercessão entre o humano e o animal, representam uma relevante contribuição do gênero para a história cultural do horror, bem como para os estudos de animalidade. Vampiros literários asseguraram a longevidade de mitos e superstições que até então habitavam somente o escopo do folclore europeu e, neste processo, colaboraram para a marginalidade de certos animais. Assim, o impacto da caracterização dos animais como malignos também será examinado, à luz do movimento de Proteção Animal, que se organizou e fortaleceu justamente na Inglaterra do século XIX, a mesma que produziu a obra a ser analisada no presente trabalho.
metadata.dc.description.abstractother: This work analyses the human-animal relationship in the Horror genre as depicted in Dracula, by Bram Stoker. Hence the research is mainly focused on the vampire literary construct, which highlights its animal traits to create and enhance its monstrosity. We intent to prove that such bestial characters, whose confused bodies seem to linger in a liminal zone between human and animal, represent an important contribution of the Gothic genre to the cultural history of Horror and to Animal Studies as well. Literary vampires were fundamental to the longevity of myths and superstitions that seemed exclusive to folklore and tangentially were detrimental to our perception of some animals, particularly wolves, bats and rats. Thus the Gothic depiction of animals as dangerous, cursed or evil reinforced our perception of animality as an undesired human trait and caused a serious impact on the lives of what we came to recognize as “bad” animals. The Animal Protection movement, whose strength truly emerged precisely in 19th century England, also proved relevant to our research as being a singular cultural manifestation in the locus of Bram Stoker´s novel.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/8896
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