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Title: Análise da implantação do programa de acolhimento com classificação de risco em emergência de unidade hospitalar
Authors: Santos, Luis Felipe Martins dos
metadata.dc.contributor.advisor: Silva Júnior, Aluísio Gomes da
metadata.dc.contributor.advisorco: Mascarenhas, Mônica Tereza Machado
metadata.dc.contributor.members: Silva Junior, Aluísio Gomes da
Issue Date: 2014
Citation: SANTOS, Luis Felipe Martins dos. Análise da implantação do programa de acolhimento com classificação de risco em emergência de unidade hospitalar. 2014. 52 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2014.
Abstract: No que tange às diferentes formas de acesso aos serviços de saúde, os Serviços de Pronto Atendimento, notadamente o hospitalar, ainda representam importante porta de entrada para o usuário e as recentes intervenções no setor saúde ainda não alteraram significativamente esse quadro. Embora a atenção à urgência se dê em diferentes tipos de unidade, é nos hospitais que os problemas do setor afloram de maneira inequívoca e no Rio de Janeiro este cenário se mostra exacerbado. Neste contexto, diversas intervenções foram propostas para resolver os problemas da rede de urgência, e dentre estas destacamos a implantação do Acolhimento com Classificação de Risco, cuja proposta é organizar o fluxo de pacientes que passam pelos serviços de urgência hospitalar, priorizando o atendimento e diminuindo a superlotação dos serviços ao melhorar a sua eficiência. O presente trabalho se propõe a analisar a implantação do Acolhimento com Classificação de Risco em uma unidade hospitalar, buscando compreender as condições de implantação, os processos de produção dos efeitos e a extensão da intervenção em foco na unidade hospitalar. Para tanto, lançaremos mão de uma pesquisa avaliativa, com análise de implantação da intervenção, por meio de um estudo de caso. A unidade escolhida foi o Hospital Estadual Carlos Chagas (HECC), uma unidade hospitalar de nível terciário, com serviço de emergência aberta à demanda espontânea, localizado no município do Rio de Janeiro - RJ. Dada a proposta do Acolhimento com Classificação de Risco, que é o ordenamento dos serviços de emergência, possibilitando a criação de fluxos mais eficientes, e considerando seus componentes e a extensão e operacionalização dos processos já instalados, concluímos que sua implantação é um fato consumado, cabendo, entretanto, algumas considerações oriundas de nossa análise. A implantação da ferramenta Classificação de Risco mostra-se insatisfatória. A despeito da recomendação do Ministério da Saúde para que as unidades construam seus próprios protocolos de avaliação clínica, tal fato ainda não se verificou. A documentação acerca do assunto, já bastante reduzida em número, é excessivamente vaga, orientando a elaborar uma ferramenta cuja utilização não é apontada claramente. Ainda encontramos protocolos vagos e incompletos, que deixam muito ao olhar clínico, à subjetividade, do examinador. A rede assistencial ainda não se mostra suficiente para a demanda gerada pela aplicação da ferramenta, especialmente nos níveis de menor complexidade. Isso dificulta sobremaneira o acesso aos serviços. As equipes ainda não se encontram em situação satisfatória de capacitação e padronização, o que acontece em grande parte pela volatilidade dos recursos humanos. A questão da padronização extrapola os limites da unidade de forma que um usuário referenciado possa chegar em outra unidade com dados clínicos confiáveis. Para terminar, reforçamos a importância de adotar protocolos definidos, que reflitam o perfil do hospital, e de dar o devido treinamento às equipes envolvidas. Apenas a definição dos protocolos não é suficiente para permitir à Classificação de Risco alcançar todo seu potencial como ferramenta organizadora de fluxos. É vital que estes possam fluir a favor do usuário, garantindo uma rede assistencial de qualidade
metadata.dc.description.abstractother: When it comes to the different ways of getting access to health care, the Emergency Rooms, notably the hospital E.R., are still important doorways for the population, and the latest political interventions on the Health sector have not brought any significant changes to this scenario. Although any kind of health care unit must be able to provide emergency care, it is in the hospital that we can clearly see the problems erupt and in Rio de Janeiro this picture becomes utterly exposed. Given this context, many interventions have proposed to try to solve the problems of the Emergency care, and we point out the setting of User Embracement with Risk Rating, which proposes to organize the patient flow through the hospital E.R., establishing priorities on emergency health care, thus diminishing the overcrowding and improving efficiency. This research intent to analyze the deployment of User Embracement with Risk Rating on a hospital’s emergency service, trying to comprehend the conditions of this deployment, the processes of producing the desired effects and the extension of the intervention on the hospital emergency care. To accomplish this, an evaluation research will be ran, executing a deployment analysis via case study. The health care unity of choice is the State Hospital Carlos Chagas (Hospital Estadual Carlos Chagas – HECC), a tertiary level hospital with emergency health care open to public, located on the city of Rio de Janeiro – RJ. Given the purpose of User Embracement with Risk Rating, which is the organization of emergency health care flows, improving its efficiency, and having in mind its components and the extension of the operations already in process, it is conclusive to us that its deployment is done. Nonetheless, some considerations are drawn from the analysis performed. The insertion of this tool named Risk Rating is not quite satisfactory. Despite the recommendations of Health Ministry towards the construction of each unit proper assessment protocol, it has not occurred. The regulations are too few and vague in excess, providing orientation in constructing some unrevealed tool, which uses are not clearly defined. We can still find incomplete and vague protocols that leave too much to the examiner’s eye and clinical expertise. The health care units are still not prepared for the flow of patients that the Risk Rating creates, especially on the less complex levels, creating astonishing difficulty for patients. The working teams do not present satisfactory levels of training, due mostly to the volatile nature of human resources on the unit. This training extrapolates the walls of the hospital, allowing a patient to go on another less complex unity with reliable clinical data. Also, we strongly remind the importance of defined, well-trained, protocols. Its mere definition will not suffice for the Risk Rating to attain its full potential as a flow-defining tool. It is of utmost importance that we can assure those flows on the patient’s favor, improving the quality of health care
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/8959
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