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Title: Diagnóstico de enfermagem fadiga em pacientes hospitalizados com insuficiência cardíaca
Authors: Nascimento, Isabella Vasconcellos Domingues do
metadata.dc.contributor.advisor: Cavalcanti, Ana Carla Dantas
metadata.dc.contributor.members: Cavalcanti, Ana Carla Dantas
Ferreira, Rosimere Ferreira
Pereira, Juliana de Melo Vellozo
Issue Date: 2013
Publisher: Universidade Federal Fluminense
Citation: Nascimento, Isabella Vasconcellos Domingues do. Diagnóstico de enfermagem fadiga em pacientes hospitalizados com insuficiência cardíaca. 2013. 61f. Trabalho de Conclusão de curso (Graduação em Enfermagem) – Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2013.
Abstract: Introdução: A Insuficiência Cardíaca (IC) é considerada uma síndrome clínica de fenômenos complexos e de curso progressivo, constituindo-se na via final comum de diversas doenças cardiovasculares. Afeta diretamente a capacidade funcional dos pacientes, comprometendo a qualidade de vida desses indivíduos e favorecendo complicações decorrentes desta doença. O objetivo foi identificar as diferenças nas variáveis classe funcional (NYHA), sexo, etiologia da IC, escore do questionário de qualidade de vida (MLWHF) e comorbidades pregressas clínicas que expliquem a presença ou a ausência do diagnóstico de enfermagem fadiga. A metodologia do estudo é coorte retrospectivo de abordagem quantitativa tendo como amostra 69 pacientes com diagnóstico confirmado de Insuficiência cardíaca crônica e devem estar hospitalizados por descompensação da mesma. O cenário foi o Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP) e o Hospital Municipal Carlos Tortelly (HMCT) ambos localizados no município de Niterói. A Coleta de dados foi realizada através de um banco de dados contendo 72 pacientes com insuficiência cardíaca crônica hospitalizados e informações de caracterização dos pacientes (idade, sexo, renda per capta, anos de estudo), revisão de sintomas e sistemas, questionário de qualidade de vida (Minnesota Living with Heart Questionnaire), fração de ejeção e etiologia da IC. Este estudo possui aprovação pelo Comitê de Ética da Faculdade de Medicina do HUAP através do número 46264. Análise dos dados foi realizada através da análise descritiva a partir dos cálculos de distribuições de frequências e estatísticas de valores mínimo, máximo, média, desvio padrão, percentis e intervalo de confiança 95%. Em todos os casos, as diferenças foram consideradas estatisticamente significativas quando o p-valor associado à análise fosse menor que 5%. Resultados: Os pacientes deste estudo possuem perfil em sua maioria masculino, com idade de 54,4 anos, renda per capta de um pouco mais que 1 salário mínimo e com ensino fundamental incompleto. Em relação ao diagnóstico de enfermagem fadiga nos pacientes com IC, o sexo masculino esteve em sua maioria 60,38% (n=32), apresentaram em sua maioria NYHA III (61,90%), seguido de NYHA IV (33,33%) e por último NYHA II (4,76%), tendo p valor> 0,001. A média do escore do MLwHFQ dos pacientes com o DE fadiga foi de 68,422 e p-valor=0,0001. O IAM foi a única comorbidade analisada que teve associação estaticamente significativa (p-valor=0,021) com a ausência do diagnóstico de enfermagem fadiga, 51,52% dos pacientes que já infartaram possuíam o diagnóstico, enquanto 77,78% dos pacientes que não infartaram apresentavam o diagnóstico de enfermagem fadiga. Conclusão: As variáveis encontradas com relevância estatística, ou seja, com p-valor <0,05 foram: classe funcional (NYHA), o escore do questionário de qualidade de vida Minnesota e a comorbidade Infarto Agudo do Miocárdio. Sugere-se a realização de novos estudos com maiores amostras e diversificação de cenários para avaliação destas respostas.
metadata.dc.description.abstractother: Background: Heart failure (HF) is considered a clinical syndrome of complex phenomena and progressive course, becoming the final common pathway of various cardiovascular diseases. Directly affects the functional capacity of patients, compromising the quality of individuals' life favoring complications of this disease. The goal was to identify the differences in variables functional class (NYHA), gender, etiology of HF, questionnaire score of life's quality (MLWHF) and clinical comorbidities stunted explaining the presence or absence of nursing diagnosis fatigue. Methods of the study is retrospective cohort quantitative approach with a sample size of 69 patients with confirmed diagnosis of chronic heart failure and should be hospitalized for decompensated. The scenario was the Antonio Pedro University Hospital (HUAP) and the Municipal Hospital Carlos Tortelly (HMCT) both located in Niterói. The data collection was performed using a database containing 72 patients with chronic heart failure hospitalized and their characterizing information (age, gender, income per capita, years of study), review of systems and symptoms, quality questionnaire life (Minnesota Living with Heart Questionnaire), and ejection fraction HF etiology. This study has approval by the Ethics Committee of the Medicine's Faculty HUAP through the number 46264. Data analysis was performed by using descriptive analysis from calculations of frequency distributions and statistics of minimum, maximum, average, standard deviation, percentiles and 95% confidence interval. In all cases, differences were considered statistically significant when the p-value associated with the analysis was less than 5%. Findings: The patients in this study have profile mostly male, aged 54.4 years, per capita income of a little more than 1 minimum salary and elementary education. In relation to nursing diagnosis fatigue in patients with HF, the male was mostly 60.38% (n = 32), showed mostly NYHA III (61.90%), followed by NYHA IV (33.33 %) and lastly NYHA II (4.76%), and p value = 0.00. The mean score of the patients with MLwHFQ OF fatigue was 68.422, with a standard deviation of 18.856 and p-value = 0.0001. The IAM was the only comorbidity examined had statically significant association (p-value = 0.021) with the absence of nursing diagnosis fatigue, 51.52% of infarct patients already had the diagnosis, while 77.78% of patients who did not infarct had the nursing diagnosis fatigue. Conclusion: The variables encountered with statistical significance, or that is, with p-value <0.05 were functional class (NYHA), the questionnaire score of life's quality and comorbidity Minnesota Acute Myocardial Infarction. It is suggested to conduct further studies with larger samples and scenarios diversification to evaluate these responses.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/9072
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