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Title: Cartografia dos diferentes sentidos do conceito de humanização presentes no entendimento dos gestores do HUAP-UFF e seus diversos efeitos nas suas práticas de saúde
Authors: Clarkson, Elizabeth Falcão
metadata.dc.contributor.advisor: Franco, Túlio Batista
metadata.dc.contributor.advisorco: Ramos, Valéria do Carmo
metadata.dc.contributor.members: Franco, Túlio Batista
Ramos, Valéria do Carmo
Arêas, James Bastos
Ribeiro, Carlos Dimas Martins
Issue Date: 2010
Citation: MATTOS, Elizabeth Clarkson. Cartografia dos diferentes sentidos do conceito de humanização presentes no entendimento dos gestores do HUAP-UFF e seus diversos efeitos nas suas práticas de saúde. 2010. 93f. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2010.
Abstract: Este trabalho é um dos desdobramentos de uma experiência desenvolvida junto a outros profissionais do Departamento de Saúde e Sociedade da Universidade Federal Fluminense, o projeto de pesquisa “Em análise: a questão da humanização nas práticas de saúde – uma proposta transdisciplinar”. Tomando, portanto, essa experiência como uma materialidade empírica, esse trabalho objetiva, especialmente sob a perspectiva dos pensamentos de Baruch Spinoza, Michel Foucault, Gilles Deleuze e Félix Guattari, empreender quatro movimentos. Primeiro, compreendendo a questão da humanização a partir de uma concepção genealógica, mostrar que essa idéia é plural e produzida, portanto, datada historicamente. Segundo, evidenciar em que sentido o conceito de humanização funcionaria como um operador de realidade, lançando a própria gestão como uma prática que poderia implicar tanto à servidão quanto à liberdade. Para, num terceiro momento, através da análise de discurso, cartografar os diferentes sentidos do conceito de humanização presentes no entendimento dos gestores do HUAP-UFF e seus diversos efeitos nas suas práticas de saúde. A intenção em cartografá-los foi, em um quarto movimento, problematizar − operando a ética dos encontros de Baruch Spinoza como um dispositivo nos processos de trabalho e nas práticas de saúde – em que sentido as práticas de humanização estariam − no modo atual do capitalismo − necessariamente implicadas, a um só tempo, com o trabalho imaterial e com a produção de subjetividade. É relevante indagar de que maneira essas práticas podem funcionar tanto como um modo de fomentar as demandas do capital em relação ao trabalhador − em prol do aprisionamento da vida e de sua própria servidão − como um modo de resistir ao submetimento imposto por esse capital, ao favorecer a liberação da vida e à construção de uma prática de liberdade
metadata.dc.description.abstractother: MATTOS, E.C. Cartography of the different senses of the concept of humanization presented in the understanding of HUAP-UFF managers and their several effects on their health practices. Dissertation [Master’s Degree in Collective Health] Niterói/ RJ: UFF, 2010. The present study is one of the unfoldments of an experience developed along with other professionals from The Health and Society Department of Fluminense Federal University, a research project “In analysis: the question of humanization in health practices – a transdisciplinary proposition”. Therefore, this experience as an empirical materiality, this study aims, especially taking under the perspective of Baruch Spinoza’s, Michel Foucault’s, Gilles Deleuze’s and Felix Guattari’s thoughts, to undertake four movements. First, understanding the question of humanization from a genealogical conception, show that this idea is plural and produced, hence it is historically dated. Secondly, attest in which sense the concept of humanization would work as a reality operator, taking management itself as a practice that might give raise to both slavery and freedom. Then in a third moment, through the analysis of the discourse, map the different senses of the concepts of humanization presented in the understanding of HUAP-UFF managers and their several effects on their health practices. The intention of mapping was, in a fourth movement, to put in doubt − operating the ethics of Baruch Spinoza’s meetings as a device in the work processes and in health practices − in which sense humanization practices would be – in the present mode of capitalism – necessarily implicated, at just one time, to the immaterial work and to the production of subjectivity. It is relevant to inquire how those practices can act up either as a way of fomenting the demands of capital regarding the worker – on behalf of life imprisonment and their own slavery – or as a manner of resisting the submission imposed by that capital, by favoring life liberation and the construction of a practice of freedom
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/9276
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