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Title: A adolescência na medicina: um olhar antropológico
Authors: COSTA, Fernando Cesar Coelho da
metadata.dc.contributor.advisor: Guedes, Simoni Lahud
metadata.dc.contributor.members: Ferreira, Jaqueline Teresinha
Duarte, Luiz Fernando
Neves, Delma Pessanha
Carrano, Paulo
Issue Date: 2007
Citation: COSTA, Fernando Cesar Coelho da. A adolescência na medicina: um olhar antropológico. 2007. 197 f. Tese (Doutorado) - Curso de Pós-graduação em Antropologia, Departamento de Antropologia, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2007.
Abstract: A presente tese pretendeu interpretar o olhar dos novos responsáveis pelo saber e intervenção sobre os corpos dos indivíduos denominados adolescentes em sociedades contemporâneas – os médicos de adolescentes –, como percebem seu objeto de estudo e atuam em sua intervenção; como polemizam internamente sobre os melhores meios de criar condições para a existência de uma “adolescência saudável”. Sua premissa é a de que a instituição médica, bastante eficaz na “cura” de organismos humanos seria tributária do reconhecimento da maior parte dos indivíduos nas sociedades modernas, trabalhando também, senão principalmente (ao menos junto aos “adolescentes”), em uma esfera denominada físico-moral. Operando, através de um conhecimento que modela, consagra ou repele comportamentos tidos como próprios à sua saúde e idade nas sociedades contemporâneas, uma forma educativa, frente aos padrões contemporâneos. A medicina “científica” institucionalizaria, além da possibilidade de “cura” de corpos, um padrão de comportamento entendido como o mais adequado à vida humana, dentro da faixa etária em foco; o que pode excluir, por intermédio do convencimento, outros saberes sobre o organismo humano e tratamento de seus males. Utilizo o olhar antropológico para demonstrar o aspecto educativo, senão moral, e simbólico da intervenção médica sobre esses pacientes – fundamental, aliás, entre os que sentem, de forma direta ou indireta, o efeito da modernidade.
metadata.dc.description.abstractother: The present thesis intended to analyse the looking of the new responsible for knowledge an intervention about the people’s bodies called adolescents in contemporary societies – the physicians of adolescents – the way they become aware of their object of study and act in their intervention; how they polemize inside the better ways of creating conditions for the existence of a “healthy adolescence”. Its purpose is that medical instituion, too much efficient in the “cure” of human organisms would contribute for recognition of the larger part of individuals in modern societies, also working, saving mainly (unless beside “adolescents”), in a sphere called physical moral. Executing its work throughout knowledge, which shapes, consecrates or repels behavior, which are characterized as peculiar to their health and age in contemporary societies, an educative way, in the presence of contemporary standard. “Scientific” medicine would institutionalize, beyond possibility of “cure” of bodies, a standard of behavior understood as the most fit for human life, in the age-bracket in focus; this can exclude, by means of convention, other knowledge about the human organism and treatment of its illnesses. I use the anthropological eyes to demonstrate the educative aspect, saving moral and symbolical of medical intervention about those fundamental patients, otherwise, between the ones who feel, in a direct or indirect manner, the effect of modernity.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/9315
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