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Title: Regência verbal em produções textuais escolares: variação, norma e ensino
Authors: Almeida, Elisa da Silva de
metadata.dc.contributor.advisor: Silva, Edila Vianna da Silva
metadata.dc.contributor.members: Freitas, Luciana Maria Almeida de
Vieira, Marcia Machado
Silva, Gerson Rodrigues da
Cavaliere, Ricardo Stavola
Issue Date: 2015
Abstract: Uma vez observada a variação regencial dos verbos ir e chegar, quando seguidos de complemento locativo, em produções textuais de alunos concluintes do ensino médio, o presente trabalho teve como objetivo verificar, no que concerne ao fato linguístico investigado, se as ocorrências desses verbos estariam em maior quantidade na forma não padrão ou se os alunos utilizariam, em maior frequência, a forma recomendada pela gramática tradicional. A linha teórica adotada é a Sociolinguística, para a qual a variação e a mudança são inerentes às línguas, como um fenômeno cultural provocado por elementos linguísticos e extralinguísticos. Dessa forma, com base em amostras do uso real da língua, buscou-se pesquisar sobre o ensino da regência verbal em sala de aula e, assim, levantar reflexões que possam contribuir para um ensino mais produtivo da regência verbal, como também para o trabalho da variação linguística nas aulas de Português. Apoiados nos princípios de Labov (2008) e outros pesquisadores, foram analisadas amostras dos verbos selecionados em produções textuais construídas durante as aulas de Língua Portuguesa, de alunos da 3a série da educação básica de colégios públicos e particulares no município do Rio de Janeiro. Foram consideradas apenas as ocorrências dos verbos ir e chegar quando seguidos das preposições “a”, “para” (forma padrão) e “em” (forma não padrão), pois a pesquisa teve o objetivo de saber se os verbos estão ou não sofrendo variação de regência. Foram testados no corpus do trabalho fatores linguísticos postulados por Mollica (1996) e Wiedemer (2008), os quais demonstraram que existem motivações para o uso de uma ou outra preposição. Observou-se que, na investigação dos empregos dos verbos ir e chegar junto a complementos locativos, em todos os colégios pesquisados, o uso padrão apresentou-se em maior frequência com o verbo ir; já com o verbo chegar, o maior número de ocorrências se deu com o uso não padrão.
metadata.dc.description.abstractother: Once the regency variation of the verbs ir and chegar was observed, when they were followed by locative complement, in textual productions of graduating high school students, the present work aimed to verify, concerning the linguistic facts investigated, if the occurrences of these verbs happened mostly as a non-standard form, or if students would use them, more frequently, as recommended by the traditional grammar. The theoretical line adopted is Sociolinguistics, for which variation and change are inherent to languages, as a cultural phenomenon provoked by linguistic and extralinguistic elements. Thus, based on samples of real usage of language, it was aimed to research about verbal regency teaching in classrooms and, then, to come up with reflections that can contribute for a more productive teaching of verbal regency, and also for the work of linguistic variation in Portuguese language classes. Based on the principles of Labov (2008) and other researchers, samples of the selected verbs were analyzed in textual productions built in Portuguese language classes, by students of the 3rd grade of basic education from public and private schools in the city of Rio de Janeiro. Only the ocurrences of verbs ir and chegar were considered, when followed by the prepositions "a", "para" (standard form) and "em" (colloquial form), for the research aimed to know if these verbs are going through regency variation. Linguistic factors postulated by Mollica (1996) and Wiedemer (2008) were tested in the corpus of the work, which demonstrated that there are motivations for using one or another preposition. It was observed that, in the investigation of usage of verbs ir and chegar followed by locative complements, in all researched schools, the standard usage was more frequent with verb ir; on the other hand, with verb chegar, the highest number of usages happened with the non-standard form.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/9457
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