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Title: É certo escrever assim?: avaliações normativas de professores e professoras de Língua Portuguesa do Ensino Médio
Authors: Grisolia, Bianca Salvador
metadata.dc.contributor.advisor: Diez, Xoán Carlos Lagares
metadata.dc.contributor.members: Pereira, Telma Cristina de Almeida Silva
Christino, Beatriz Protti
Issue Date: 30-Apr-2019
Abstract: A língua portuguesa é a língua primeira da maioria dos falantes de Portugal e do Brasil. Essas duas variedades têm diferenças em todos os níveis gramaticais (fonético-fonológico, morfológico, sintático, semântico e pragmático), e, por isso, se faz necessário diferenciar essas variedades, chamando a que se fala na Europa de português europeu, e a que se fala na América de português brasileiro. Existem discursos de unificação linguística que afirmam que se trata da mesma língua falada em dois continentes diferentes, o que causa confusões normativas quando se trata do português brasileiro. Isso se dá porque a norma culta (usos reais de falantes “cultos”) brasileira não se assemelha à norma culta europeia e à norma-padrão (regras estabelecidas por gramáticas e dicionários normativos). Temos, por exemplo, o uso recorrente da próclise em início de frase no português brasileiro e quase raro no português europeu. Diante desse cenário, a proposta da presente pesquisa está em estudar como o ensino de norma-padrão se dá em sala de aula, mais precisamente no ensino médio. Assim, o objetivo principal desta pesquisa é identificar representações de professores e professoras sobre norma-padrão, associadas ao ensino de Língua Portuguesa como L1. Para fundamentação teórica, recorremos aos conceitos de norma culta e norma-padrão elaborados por Bagno (2003) e Faraco (2008). A metodologia para a pesquisa consistiu em encontros com os professores – que contou com a correção de um texto escrito e perguntas feitas pela pesquisadora. Com o resultado das entrevistas, avaliamos quais as produções do português brasileiro que, apesar de ainda não serem consideradas na tradição normativa, já estão sendo aceitas em sala de aula
metadata.dc.description.abstractother: The Portuguese language is the first language of most speakers in Portugal and Brazil. These two varieties have differences in all grammatical levels (phonetic, phonological, morphologic, syntactic, semantical and pragmatical). Therefore, it is necessary to differentiate them, by naming European Portuguese the one spoken in Europe, and Brazilian Portuguese the one spoken in Brazil. It is argued that such varieties are in fact only one language spoken in two different continents. Therefore, both should be a single standard. It causes normative conflicts when it comes to Brazilian Portuguese. It happens because the Brazilian “norma culta” (language spoken by educated people) does not coincide to the Portuguese “norma culta” or standard Portuguese. For example, in Brazilian Portuguese, people tend to prioritize the usage of “próclise” (the option of placing the object pronoun before the verb), a phenomenon that hardly ever happens in European Portuguese. Such facts motivate this research proposal, which is to study how the teaching of the standard language occurs in the classroom, especially in secondary school. Thus, the main aim of this research is to identify teachers’ linguistic representation about standard language, combined with the teaching of Portuguese as L1. To develop such theory, we used the concepts of “norma culta” and Brazilian Portuguese standard by Bagno (2003) and Faraco (2008). The methodology was based on encounters – whose agenda was the edition and correction of a text, as well as a few questions made by the researcher – with teachers who are experienced at this school level. The results have allowed us to evaluate the productions of Brazilian Portuguese that, although they are not included in the standard language, they have already been accepted in the classroom
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/9489
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