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Title: Controle da produção de areia em poços de petróleo brasileiros
Authors: Martins, Rafael Gonçalves
metadata.dc.contributor.advisor: Ourique, Cláudia Ossanai
metadata.dc.contributor.members: Ourique, Cláudia Ossanai
Peixoto, Fernando Cunha
Pardal, Juan Manuel
Issue Date: 16-Nov-2015
Abstract: O petróleo é gerado na subsuperfície, no interior de rochas sedimentares, sendo armazenado, principalmente, por rochas carbonáticas ou areníticas, chamadas de reservatórios. Sendo que as formações areníticas, que são formadas pela compactação e cimentação de grãos de areia, são as maiores responsáveis pelo fenômeno conhecido como “produção de areia”. A produção de areia acontece quando o reservatório é colocado em produção e a consolidação dos grãos que formam o arcabouço da formação produtora de petróleo não é suficiente para mantê-los coesos, frente às forças de arraste provocadas pelo fluxo de fluidos no interior dos poros da rocha-reservatório. O Brasil, país que atualmente é um grande produtor de petróleo, conta com reservatórios distribuídos em boa parte do seu vasto território. Por ser um país de dimensões continentais, é formado por várias bacias sedimentares, com diferentes históricos deposicionais, o que confere características bem diferentes aos reservatórios petrolíferos brasileiros. Nesse contexto, é bastante pertinente analisar como cada um deles se comporta em relação à produção de areia. Para tanto, o presente trabalho visa analisar em que condições a areia se desprende da formação, o porquê da produção de areia ser um problema e identificar quais as principais variáveis que a afetam, direta ou indiretamente, além de apresentar as diferentes técnicas para lidar com a saída dos grãos arenosos da rocha-reservatório. Por fim, é apresentado um breve histórico do emprego dessas técnicas nos poços brasileiros, explicando os eventuais sucessos e insucessos de cada uma, bem como o panorama dos métodos que são utilizados atualmente.
metadata.dc.description.abstractother: O petróleo é gerado na subsuperfície, no interior de rochas sedimentares, sendo armazenado, principalmente, por rochas carbonáticas ou areníticas, chamadas de reservatórios. Sendo que as formações areníticas, que são formadas pela compactação e cimentação de grãos de areia, são as maiores responsáveis pelo fenômeno conhecido como “produção de areia”. A produção de areia acontece quando o reservatório é colocado em produção e a consolidação dos grãos que formam o arcabouço da formação produtora de petróleo não é suficiente para mantê-los coesos, frente às forças de arraste provocadas pelo fluxo de fluidos no interior dos poros da rocha-reservatório. O Brasil, país que atualmente é um grande produtor de petróleo, conta com reservatórios distribuídos em boa parte do seu vasto território. Por ser um país de dimensões continentais, é formado por várias bacias sedimentares, com diferentes históricos deposicionais, o que confere características bem diferentes aos reservatórios petrolíferos brasileiros. Nesse contexto, é bastante pertinente analisar como cada um deles se comporta em relação à produção de areia. Para tanto, o presente trabalho visa analisar em que condições a areia se desprende da formação, o porquê da produção de areia ser um problema e identificar quais as principais variáveis que a afetam, direta ou indiretamente, além de apresentar as diferentes técnicas para lidar com a saída dos grãos arenosos da rocha-reservatório. Por fim, é apresentado um breve histórico do emprego dessas técnicas nos poços brasileiros, explicando os eventuais sucessos e insucessos de cada uma, bem como o panorama dos métodos que são utilizados atualmente.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/958
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