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Title: Os impactos sociais da psiquiatria diagnóstica: a depressão enquanto fenômeno constituidor de bioidentidades
Authors: Spinola, Letícia Maria Villela
metadata.dc.contributor.advisor: Preu, Roberto de Oliveira
metadata.dc.contributor.members: Frare, Ana Paola
Ventiri, Camilo Barbosa
Issue Date: 2018
Citation: SPINOLA, Letícia Maria Villela. Os impactos sociais da psiquiatria diagnóstica: a depressão enquanto fenômeno constituidor de bioidentidades. 2018. 36f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psicologia)-Instituto de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Federal Fluminense, 2018.
Abstract: O presente trabalho buscará discutir as relações entre a atual alta prevalência da depressão e a forma através da qual os transtornos mentais são compreendidos e tratados atualmente. Para tanto, será discutido o contexto no qual a depressão emerge enquanto fenômeno socialmente significativo, dando ênfase na caracterização e composição histórica da psiquiatria diagnóstica que, através do Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM - Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders), é hoje considerada o modelo hegemônico dos diagnósticos psiquiátricos. Além disso, a discussão sobre a depressão será localizada em torno da biossociabilidade e da construção das bioidentidades, na tentativa de relacionar a depressão com as mudanças na experimentação e descrição das condutas em geral e dos sofrimentos humanos. Em especial aquelas mudanças sofridas através da predominância das explicações fisicalistas, expressas pela psiquiatria diagnóstica e pelos manuais psiquiátricos desde 1980.
metadata.dc.description.abstractother: The present study will seek to discuss the relation between the current high prevalence of depression and the way in which mental disorders are understood and treated today. To that end, it will be discussed the context in which depression emerges as a socially significant phenomenon, emphasizing the historical characterization and composition of diagnostic psychiatry which, through the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM) is now considered the hegemonic model of psychiatric diagnoses. In addition, the discussion about depression will be centered around biossociability and the construction of bioidentities, in an attempt to relate depression to changes in experimentation and description of conduct in general and human suffering. Especially those changes suffered through the predominance of the physicalist explanations, expressed by the diagnostic psychiatry and the psychiatric manuals since 1980.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/9605
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