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Title: (Re) constituições identitárias por deslocamentos físicos e sensoriais em La traversée du continent de Michel Tremblay
Authors: Sampaio, Carlos Guilherme de Souza
metadata.dc.contributor.advisor: Figueiredo, Eurídice
metadata.dc.contributor.members: Sousa, Renato Venâncio Henrique de
Porto, Maria Bernadette Velloso
Issue Date: 2013
Abstract: Esta dissertação propõe novos olhares sobre a maneira como o escritor quebequense Michel Tremblay, em sua obra La traversée du continent, articula conceitos de alteridade e de identidade na constituição identitária da personagem central, Nana, uma menina de dez anos que empreende sozinha uma viagem de três dias pelo vasto território canadense a fim de reencontrar sua mãe. O deslocamento aparece como elemento propulsor de novas experimentações que resultam numa espécie de amálgama de sentidos. A viagem, diferentemente da tradição literária norte-americana, ocorre no sentido inverso, isto é do oeste ao leste canadense, o que representa uma transgressão, talvez justificada pelos recorrentes improvisos implementados pelo autor em sua extensa produção artística. Pautados em antíteses, esses improvisos lhe têm autorizado a (re)criação de sua própria história, fazendo com que as mesmas personagens circulem em seus textos driblando, assim, quaisquer barreiras cronológicas.
metadata.dc.description.abstractother: Ce mémoire propose de nouveaux regards sur la façon d'articuler les concepts d'altérité et d'identité employée par l'écrivain québécois Michel Tremblay par le biais de Nana, personnage central de son oeuvre La Traversée du continent. Il s'agit d'une fille de dix ans qui entreprend toute seule un voyage qui dure trois jours à travers le vaste territoire canadien afin de retrouver sa mère. Le déplacement apparaît comme l'élément propulseur de nouvelles expérimentations qui donneront naissance à une sorte d'amalgame de sens. Le voyage, différemment de la tradition littéraire nord-américaine, se passe dans le sens inverse, c'est-à-dire, de l'ouest vers l'est, ce qui représente une transgression qui se justifie peut-être à cause des fréquentes improvisations mises en place par l'auteur tout au long de sa production artistique. Basées sur des antithèses, ces improvisations l'autorisent à (re)créer sa propre histoire tout en faisant circuler ses personnages dans ses textes dépassant ainsi toute barrière chronologique.
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/9628
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