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Title: Fantástico à brasileira : manifestações do fantástico no Brasil oitocentista
Authors: Niels, Karla Menezes Lopes
metadata.dc.contributor.advisor: Jobim, José Luíz
metadata.dc.contributor.advisorco: Garcia, Flavio
metadata.dc.contributor.members: Mello, Maria Elizabeth Chaves de
Batalha, Maria Cristina
França, Júlio
Issue Date: 6-May-2019
Abstract: Durante muito tempo, a literatura, que não era pautada no registro documental e na (re)duplicação de realidades foi, em certa medida, rechaçada pela crítica. Nesse sentido, o caminho aberto pela produção de cunho fantástico de Manuel Antônio Álvares de Azevedo teria sido obstruído pela ascendente literatura que seguia os moldes de um José de Alencar (cf. Gabrielli, 2004). Fora somente a partir das décadas de 1970 que começara um movimento de resgates de contos, novelas e romances de cunho mais imaginativo. Daí o surgimento de uma série de antologias e contos fantásticos que outrora estiveram esquecidos. Isso, somando-se à profusão de estudos acerca do gênero desde a década de 1970 com a publicação e tradução de estudos seminais como os de Tzvetan Todorov, Jean Bellemin-Nöel e Irene Bessière, aumentou o interesse pelo estudo de narrativas de cunho fantástico. É contínuo o crescimento do número de teses e dissertações que se dedicam a resgatar e analisar contos de autores canônicos (e não canônicos) que escreveram obras do gênero em causa. Se, de fato, houve uma produção de literatura fantástica que se deu à margem do cânone a partir da publicação de Noite na taverna, em 1855, que produção seria essa? Que características formais e temáticas assumiu? E que diálogo essa estabeleceu com a literatura fantástica que se produzia na Europa? O presente trabalho, a partir da análise de contos Álvares de Azevedo, Fagundes Varela, Machado de Assis, Aluísio Azevedo e Inglês de Souza, pretende debruçar-se sobre essas questões, tomando por base os estudos seminais acerca do fantástico
metadata.dc.description.abstractother: For a long time the literature that was not based on the documentary record and (re) duplication of realities was, to some extent, critically rejected. In this sense, the way opened by Manuel Antônio Álvares de Azevedo's fantastic production would have been obstructed by the ascendant literature that followed the path of Jose de Alencar (Gabrielli, 2004). It was only from the 1970s onwards that a movement of reintroduction of short stories, novellas and novels of a more imaginative character began. For this reason there is an emergence of a series of anthologies and fantastic tales that were once forgotten. This, in addition to the dissemination of studies about the genre since the 1970s with the publication and translation of seminal studies such as those by Tzvetan Todorov, Jean Bellemin-Nöel and Irene Bessière, increased the interest for the study of fantastic narratives. There is an increasing number of theses and dissertations devoted to retrieving and analyzing tales of canonical (and non-canonical) authors who have written works that belong to the genre in question. If indeed there was a production of fantastic literature situated on the margins of the canon from the publication of Noite na taverna in 1855, what kind of production would that be? What would be its formal and thematic characteristics? And what dialogue did it establish with the fantastic literature that was produced in Europe? The present work, through the analysis of short stories by Álvares de Azevedo, Fagundes Varela, Machado de Assis, Aluísio Azevedo and Inglês de Sousa intends to tackle these questions from the perspective of the seminal studies about the fantastic
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/9687
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