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Title: Influência da cetamina S(+) na resposta inflamatória em pacientes submetidos à prostatectomia radical
Authors: Barcellos, Bruno Mendonça
metadata.dc.contributor.advisor: Olej, Beni
metadata.dc.contributor.advisorco: Gemal, Alberto Esteves
metadata.dc.contributor.members: Almeida, Jorge Reis
Cavalcanti, Ismar Lima
Figueiredo, Núbia Verçosa
Issue Date: 2014
Citation: BARCELLOS, Bruno Mendonça Influência da cetamina S(+) na resposta inflamatória em pacientes submetidos à prostatectomia radical. 2014. 72 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Médicas) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2014.
Abstract: A resposta inflamatória ao trauma cirúrgico é uma condição fisiológica resultante da ativação periférica de diversas substâncias desencadeadas por estímulos nociceptivos. O equilíbrio entre os fatores pró e anti-inflamatório é essencial para permitir a regeneração tecidual, sem prejudicar a homeostasia. Estados de hiperativação do sistema pró-inflamatório comprometem a recuperação pós-operatória por se traduzirem em mais dor local, menor mobilização no leito, restrição de movimentos, complicações pulmonares e urinárias, assim como maior tempo de hospitalização. Diversas substâncias têm demostrado grandes propriedades analgésicas e anti-inflamatórias, muitas entretanto, com importantes efeitos adversos. A cetamina é um anestésico geral muito utilizado na prática clínica há décadas, que tem demostrado propriedades anti-inflamatórias quando em doses subanestésicas. O isolamento de seu isômero óptico dextrógiro, a cetamina S(+), quatro vezes mais potente e com menos efeitos adversos importantes, trouxe a substância para o foco das pesquisas clínicas. Este ensaio clínico controlado, randomizado e duplo cego avaliou a influência da cetamina S(+) em doses subanestésicas na resposta inflamatória de 47 pacientes (grupo cetamina, n = 25; grupo salina, n = 22) submetidos à prostatectomia radical sob anestesia geral sem bloqueio de neuroeixo. Marcadores inflamatórios inespecíficos como padrão de leucocitose e proteína C reativa foram medidos, assim como o padrão de dor pós-operatória, o consumo de analgésicos de resgate e os possíveis efeitos adversos da medicação. Não houve diferenças estatisticamente significativas entre os dois grupos quanto ao padrão de inflamação, dor pósoperatória, consumo de analgésicos ou efeitos adversos. A terapia também não retardou o despertar da anestesia geral dos pacientes como supostamente poderia. Atribuímos ao baixo estresse cirúrgico e a baixa sensibilidade dos analitos empregados os resultados encontrados, tal como descrito na literatura
metadata.dc.description.abstractother: The inflammatory response to the surgical trauma is a physiological response due the peripheral activation of many substances released by the nociceptive stimuli. The balance between the pro and anti-inflammatory factors is essential to allow tissue regeneration, without jeopardizing homeostasis. Inflammatory hyper activation response states compromise the post surgical time, provoking more local pain, less activity and bed mobility, pulmonary and urinary complications, as well as more hospitalization stay. Many drugs have shown great analgesic and anti-inflammatory properties, but unfortunately followed by undesirable adverse effects. Ketamine is a general anesthetic drug used in clinical practice for decades, and has shown anti-inflammatory properties when given in subanesthetic doses. The isolation of its dextrogyre optical isomer, the S(+) ketamine, which is four times more potent and with less important adverse side-effects, brought this drug to the focus of many clinical researches. This controlled, randomized, double-blind clinical assay evaluated the influence of S(+) ketamine in subanesthetic doses in relation to the inflammatory response of 47 patients (ketamine group: n = 25 vs. saline group: n = 22) submitted to radical prostatectomy surgery under general anesthesia without neural-axis block. Non specific inflammatory markers used as a standard of leukocytosis and reactive C protein (RCP) measurement were used, as well as the intensity of the post operative pain, the use and quantification of rescue analgesics and the possible adverse effects of this drug. There was no statistically significative difference between the two groups concerning the inflammatory response, postoperative pain, analgesic consumption or adverse effects. The use of Ketamine did not delay the awakening of the patients from general anesthesia as it supposedly would. We attribute this to the low surgical stress and the low sensitivity of the analytes employed, as described in literature
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/9733
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