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Title: Políticas linguísticas e internacionalização acadêmica : entre o status da língua inglesa e a promoção do plurilinguismo
Authors: Andrade, Camila Souza de
metadata.dc.contributor.advisor: Pereira, Telma
metadata.dc.contributor.members: Rodrigues, Renata Lopes de Almeida
Kaltner, Leonardo Ferreira
Issue Date: 17-Aug-2018
Abstract: No contexto de internacionalização do ensino superior, a competência comunicativa em línguas estrangeiras deixou de ser um diferencial para ser essencial. No Brasil, apesar de as políticas linguísticas garantirem o ensino de línguas na educação básica, o mesmo nem sempre ocorre de maneira eficaz. Esse fato, associado aos desafios da internacionalização da universidade, demanda a elaboração de ações de políticas linguísticas universitárias que atendam às diferentes necessidades de uso linguístico da instituição. A presente pesquisa tem por objetivos destacar as demandas de uso de língua estrangeira na universidade; verificar os efeitos da ação de política linguística implementada para o ensino de línguas, no que tange à inserção acadêmica e profissional dos estudantes e identificar as ações adotadas pela Universidade Federal Fluminense (UFF) que visam internacionalizar e atender às recomendações das agências de fomento. A metodologia adotada para este estudo foi de base qualitativa, com o suporte dos seguintes instrumentos de pesquisa: análise documental das políticas linguísticas em vigor para o ensino de línguas estrangeiras na educação básica; entrevistas com a responsável pela Superintendência de Relações Internacionais (SRI) da UFF e com coordenadores do Programa de Universalização de Línguas Estrangeiras (PULE). A fundamentação teórica apoia-se nos conceitos de política linguística (CALVET, 2007; COOPER, 1997; GRIN, 2002), internacionalização (KNIGHT, 2002) e de competência comunicativa (HYMES, 1972). Os resultados apontam que, no âmbito da internacionalização acadêmica, há uma demanda crescente pelo uso e pelo aprendizado de línguas estrangeiras no espaço universitário. Essa demanda evidencia o hiato existente entre a precária formação em línguas estrangeiras no ensino básico e as necessidades comunicativas do contexto acadêmico. Finalmente, constatamos a necessidade de se implementar uma política linguística universitária plurilíngue que dê conta da diversidade linguística envolvida no processo de internacionalização
metadata.dc.description.abstractother: In the context of internationalization of higher education, communicative competence in foreign languages is no longer a differential to be essential. In Brazil, although language policies insure the teaching of languages in basic education, the same does not always happen in an effective way. This fact, associated with the challenges of internationalization of higher education, demands the development of university language policies actions that meet the different linguistic practice needs of the institution. The aims of this research is point out the demands of foreign language use at the university; to verify the effects of the university language policies actions implemented for the teaching of languages, with regard students' academic and professional insertion and to identify if the actions adopted by the UFF that aim to internationalize and meet the recommendations of the development agencies. The methodology adopted for this study was qualitative, with the support of the following research instruments: documentary analysis of the current language policies for foreign languages teaching in basic education, interview with the head of the Superintendence of International Relations (SRI) of UFF and with coordinations of the Foreign Languages Universalization Program (PULE).The theoretical foundation is based on the concepts of language policies (CALVET, 2007, COOPER, 1997, GRIN, 2002), internationalization (KNIGHT, 2002) and communicative competence (HYMES, 1972). The results show that, in the scope of internationalization of higher education, there is a growing demand for the use and learning of foreign languages in the university area. This demand evidences the gap between precarious foreign language formation in basic education and the communicative needs of the academic context. Finally, we notice the need to implement a plurilingual language policy university that takes into account the linguistic diversity involved in the internationalization process
URI: https://app.uff.br/riuff/handle/1/9947
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